Exploração e Combate: Gaia Playtest

Olá pessoal, eu sou o Joka e na coluna da Espaço Mítico desta semana darei continuidade ao relato do playtest fechado do Gaia RPG. Para quem não acompanhou a coluna nestes últimos dias, o Gaia RPG é uma produção autoral de Tio Lipe, que escreve na coluna Santuário do Mestre aqui no Mundos Colidem. A primeira parte do playtest vocês podem conferir na minha última postagem intitulada Criando cenário Colaborativo: Gaia Playtest e saber mais sobre o jogo e como está rolando a campanha.

Não se desespere: faça um mapa

No artigo anterior falei sobre como criar aventuras com pouco trabalho… do mestre e neste artigo vou falar sobre como um simples mapa rendeu uma grande aventura.

Nova Amsterdã: Lidando com sanidade e loucura

O ano virou e finalmente retomamos às atividades aqui na coluna Espaço Mítico. Eu sou o Gilberto “Joka” Olimpio, responsável por este espaço onde já passaram muitas dicas para narradores novatos, sugestões de livros sobre narração, artigos sobre hexcrawl, resenhas de sistemas, uma adaptação bacanuda para Fate Acelerado de Mouse Guard, discutimos Fate Fractal, disponibilizei aventuras prontas para o sistema Medievo (e que é facilmente adaptável para outros sistemas), e a recente participação em peso do Mundos Colidem no concurso Alphaversos, como pode ser conferido na postagem de Leish com seu cenário Yousei.

Nova Amsterdã: O Conhecimento sobre os Mythos

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

 

No último episódio da Caixa do Lima, conversamos sobre a sequência da postagem a Aventura vai Começar (Parte 1 e Parte 2), que é uma série de artigos direcionada para os iniciantes — e porque não, para os curiosos e desejosos de outras alternativas — no Sistema Fate.

No episódio de hoje, vamos voltar a nossas atenções para Nova Amsterdã, um cenário para Fate Acelerado que estou desenvolvendo em parceria com Gilberto “Joka” Olímpio, e que foi abordado anteriormente em nossas respectivas colunas. Vamos a retrospectiva? Nova Amsterdã 1646: Os Mythos chegam ao nordeste holandês, Nova Amsterdã 1646: O estranho ocaso da vila do Bonfim e Folclore Brasileiro e Cthulhu: Nova Amsterdã. Essas postagens falaram um pouco da nossa ideia no cenário que está sendo produzido, então vale a pena dar uma conferida. E vou aproveitar o ensejo deste texto, para ao final explicar algumas modificações que foram feitas na proposta ao longo dos testes nos últimos meses.

A Ferro e Fogo – Cortex Shounen

Olá,

Feliz Ano Novo, 2d8 leitores! Em dose dupla! Porque além da passagem do ano ocorrida entre a última postagem de 2017 e esta, a primeira postagem de 2018, esta semana é a semana do Ano Novo Chinês! Dia 16 começa o ano do Cão de Terra, o 4716º ano do Calendário Chinês. E como é tradição aqui na coluna do Lugar Nenhum, em comemoração à chegada do ano do cachorro, este capítulo possuirá uma temática oriental, trazendo pra vocês um hack do Sistema Cortex para animes Shounen: O Cortex Shounen. 😀

Zweihänder: Sombrio e Perigoso

Depois de escrever sobre sistemas pesados (leia aqui), passei um tempo fora do ar, até que comecei a leitura de um verdadeiro gigante, o enciclopédico Zweihänder: Grim and Perilous RPG.

Minhas impressões com o Demon Lord

Olá pessoas!
Aqui é o Tio Lipe e bem-vindos novamente ao Santuário do Mestre. Eu sei, eu sei, faz mais de quinze dias que não posto e as coisas meio que andam acumuladas aqui. De fato, meu ritmo de postagem está quase mensal, mas é por uma boa causa. Estou gastando muito do meu tempo organizando meus sistemas (sim, no plural) e tentando testá-los sempre que possível, principalmente durante os Encontros do Mundos Colidem que organizamos todo domingo aqui na cidade (além de jogar outras coisas).

Mas chega de papo e vamos à postagem de hoje. Para quem não se lembra (ou não viu), em julho deste ano eu fiz uma resenha sobre o Shadow of the Demon Lord. Hoje, com o livro em mãos e após ter jogado e narrado algumas sessões, posso expressar minha opinião preliminar sobre o jogo, além de falar um pouco do seu financiamento e do livro em si.

Um Grito na Noite – Aventura de Persona 4 para Cortex Plus

Olá,

No dia 15 de outubro de 2017 ocorreu o evento Anima Con aqui na cidade de Natal/RN, um evento para fãs de animes e mangás, com espaço também para outras áreas afins, como o k-pop, card game, jogos eletrônicos, boardgame e RPG. Nós, do Mundos Colidem, fomos chamados para auxiliar na organização da parte de RPG, em parceria com a Ludobox que estava organizando a parte de boardgames. Por ser um evento de anime, foi decidido que todas as aventuras-prontas mestradas no evento seriam na ambientação de algum anime, escolhendo-se sistemas adequados para um jogo naquele cenário. Assim, levamos seis mesas: Blame!, mestrado por Lima no sistema do Savage Worlds; Boku no Hero, mestrado por Robson no sistema Icons; Naruto, mestrado por Tio Lipe no sistema do 3D&T Alpha; One Piece, mestrado por Joka no sistema do Open Legends; Fullmetal Alchemist, mestrado por Necrolas no sistema do Savage Worlds; e Persona 4, mestrado por mim, Leish, no sistema do Cortex Plus. Ainda na linha da postagem anterior, eu trago no capítulo de hoje, uma análise sobre o sistema Cortex Plus que tenho utilizado em meus jogos shounen, a aventura-pronta e as fichas de personagens que foram utilizadas – cujos experimentos acabaram resultando no Cortex Shounen, que você pode conferir clicando aqui.

Pugmire e minhas primeiras impressões

Olá pessoas!
Aqui é o Tio Lipe e bem-vindos novamente ao Santuário do Mestre. Em minha última postagem, eu falei um pouco sobre o processo para a criação de um sistema, focando nas inspirações que geralmente temos quando pretendemos criar um. Hoje, contudo, farei uma nova resenha, mas especificamente de um jogo com uma premissa interessante e um sistema bem conhecido pela maioria dos RPGistas. Estou falando do Pugmire, que tive a oportunidade de testar domingo passado no Encontros Mundos Colidem de RPG, evento que realizamos aqui em Natal toda semana.

Analisando a criação de sistemas

Olá pessoas!
Bem-vindos a mais uma postagem do Santuário do Mestre. Para quem não lembra (ou não viu), há duas semanas eu falei sobre o Gaia RPG, o sistema que estou desenvolvendo para fantasias medievais e que pretendo que seja gratuito, aberto e acessível. Na postagem, eu comentei que o jogo ainda precisa da realização de alguns testes fechados para que possa ser distribuído, e justamente no dia 01 de outubro tivemos o nosso segundo playtest na primeira edição do novo evento aqui do site, o Encontros Mundos Colidem de RPG (ou apenas EMC). Não entrarei em detalhes, uma vez que este é um assunto para outra postagem, mas o resultado foi muito positivo e alguns ajustes já foram feitos e outros estão sendo analisados. Contudo, eu abri a postagem de hoje falando sobre isto pois o assunto que abordarei trata-se justamente do processo para a criação de sistemas.