Magias para Espada & Feitiçaria

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

No último mês, estive ausente das postagens desta coluna, devido às quests da vida acadêmica — que necessitavam do meu tempo para a escrita de relatórios e artigos de conclusão de curso — mas agora com alguns leões vencidos, e outros amedrontados, espero retomar o ritmo de escrita deste espaço, que sempre foi uma das coisas a manter minha sanidade intacta.

Regras rápidas para Espada & Feitiçaria

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

 

Nos últimos anos, a minha vivência com o RPG tomou caminhos bem diferentes dos que o garoto de 13 anos que jogou AD&D em meados de 1995 escolheu, especialmente quando comecei a usar o RPG como ferramenta pedagógica nas minhas aulas. Alguns anos de luta e experiência com o RPG na educação foram relatados no artigo É possível usar o RPG em Sala de Aula? Nesse meio tempo, junto com meus companheiros do Mundos Colidem, durante as nossas conversas online sobre game design, cenários e algumas coisitas mais eu me atrevi a enveredar na produção de jogos, tentando brincar com a arte do design de jogos.

Potiguares: um jogo minimalista sobre o cotidiano indígena

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

No episódio anterior da Caixa do Lima, apresentei um cenário com a temática Afro-futurismo que inscrevi no Concurso Alphaversos, o Afro Rangers, que se passa em um futuro pós apocalíptico, onde a sociedade Iorubana é a única remanescente de um conflito nuclear que ocorreu no século XXII.

Dando sequência às produções autorais, gostaria de apresentar aos meus fiéis leitores o Potiguares: os moradores do Rio Grande do Norte. Trata-se de um minijogo que desenvolvi para a utilizar nas aulas de cultura e tradições indígenas, com foco nos índios Potiguares que habitavam o litoral do estado do Rio Grande do Norte, no nordeste do Brasil.

Afro Rangers: micro-cenário para 3D&T

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

No episódio dessa semana da Caixa do Lima, o papo é sobre um micro-cenário desenvolvido para o Concurso Alphaversos, que ocorreu no último carnaval, organizado pela galera do site Rpgista. Foi uma experiência muito divertida, onde boa parte dos integrantes do Mundos Colidem participaram, como relatado pelo Leish em sua postagem Yousei – cenário de fantasia de bolso.

A diversão se deu pelo fato inacreditável de apenas recentemente eu ter sido apresentando ao 3D&T — pois é, um sistema que está no mercado há tanto tempo e com tanto sucesso — descobrindo um sistema simples, divertido e com muito potencial para produções independentes. Então peguei uma ideia que estava maturando há algum tempo, e o resultado foi o cenário inscrito no concurso, que vou apresentar agora a vocês.

Nova Amsterdã: Lidando com sanidade e loucura

O ano virou e finalmente retomamos às atividades aqui na coluna Espaço Mítico. Eu sou o Gilberto “Joka” Olimpio, responsável por este espaço onde já passaram muitas dicas para narradores novatos, sugestões de livros sobre narração, artigos sobre hexcrawl, resenhas de sistemas, uma adaptação bacanuda para Fate Acelerado de Mouse Guard, discutimos Fate Fractal, disponibilizei aventuras prontas para o sistema Medievo (e que é facilmente adaptável para outros sistemas), e a recente participação em peso do Mundos Colidem no concurso Alphaversos, como pode ser conferido na postagem de Leish com seu cenário Yousei.

Nova Amsterdã: O Conhecimento sobre os Mythos

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

 

No último episódio da Caixa do Lima, conversamos sobre a sequência da postagem a Aventura vai Começar (Parte 1 e Parte 2), que é uma série de artigos direcionada para os iniciantes — e porque não, para os curiosos e desejosos de outras alternativas — no Sistema Fate.

No episódio de hoje, vamos voltar a nossas atenções para Nova Amsterdã, um cenário para Fate Acelerado que estou desenvolvendo em parceria com Gilberto “Joka” Olímpio, e que foi abordado anteriormente em nossas respectivas colunas. Vamos a retrospectiva? Nova Amsterdã 1646: Os Mythos chegam ao nordeste holandês, Nova Amsterdã 1646: O estranho ocaso da vila do Bonfim e Folclore Brasileiro e Cthulhu: Nova Amsterdã. Essas postagens falaram um pouco da nossa ideia no cenário que está sendo produzido, então vale a pena dar uma conferida. E vou aproveitar o ensejo deste texto, para ao final explicar algumas modificações que foram feitas na proposta ao longo dos testes nos últimos meses.

A aventura vai começar – Parte II

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

Primeiramente gostaria de desejar um feliz novo ciclo a todos que acompanham a Caixa do Lima, a todos os leitores do Mundos Colidem e aos amantes desse joguinho maravilhoso de rolar dados que surgiu há mais de quarenta anos. E nesse retorno/renascimento das atividades da Caixa, vamos atender a pedidos e falar de Fate, dando sequência a uma das postagens com grande feedback neste ano que se passou. E aproveitando o ensejo e oportunidade, e fazer o jabá para o nosso “Índice Mundos Colidem para FATE Acelerado“. É só clicar e ir para o abraço.

A Aventura vai Começar” foi publicada em 10 de fevereiro de 2017 e abordava dicas para os narradores começarem uma aventura no sistema Fate de forma dinâmica, com sugestões para o processo de construção de personagens, além de algumas pequenas dicas de organização da narrativa. Em A Aventura vai Começar – parte II, a proposta é dar um suporte aos narradores com algumas dicas que podem ser úteis na organização da aventura, e quem sabe, para seu sucesso, garantindo a diversão dos participantes.

É possível utilizar o RPG em sala de aula?

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

 

Essa semana na Caixa do Lima (outrora Nomos), esta coluna onde vos falo quinzenalmente (pelo menos me esforço para tanto), venho dialogar com meus poucos e fiéis leitores sobre o uso do RPG na educação.

AVISO:

ESSE ARTIGO RELATA A MINHA EXPERIÊNCIA COM O USO DO RPG EM SALA DE AULA

Desde o meu ingresso na docência por volta do ano de 2007, até os tempos atuais — já são mais de dez anos em sala de aula, até eu me assustei quando fiz essa conta — uma pergunta sempre me perseguiu:

é possível utilizar o RPG em sala de aula?

E após muitos anos de experiências com o RPG em sala de aula, nem tudo são rosas, nem todos os experimentos são exitosos ao longo de um tortuoso caminho de persistência e resistência para chegar ao que consegui hoje — que ainda não é o modelo ideal, mas já mostra muitos avanços na minha pesquisa.

Cruzados: Jornada à Terra Santa

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

Essa semana na Caixa do Lima (outrora Nomos), esta coluna onde que vos falo quinzenalmente, gostaria de apresentar para vocês o Cruzados: Jornada à Terra Santa, o segundo minijogo de minha autoria, dessa vez com uma temática medieval e bastante influenciado pelo Medievo RPG. Segundo minijogo? Mas cadê o primeiro? O primeiro minijogo produzido, Sobreviventes: um jogo minimalista de sobrevivência pós-apocalíptica, aborda um mundo devastado por um apocalipse zumbi. Para ambos os jogos, vocês só precisam de alguns pedaços de papel, lápis, borracha, um punhado de dados de seis lados — os famosos d6 — e uma cópia dos folhetos dos jogos.

Cruzados é um minijogo sobre a Jornada à Terra Santa, onde os jogadores são membros de uma cruzada cristã.

Cruzados, introdução.

África Século XXIII para Savage Worlds

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

 

Essa semana na Caixa do Lima (outrora Nomos), esta coluna onde que vos falo quinzenalmente, gostaria de entrar em um sistema — por puro atrevimento — cujas águas misteriosas mergulho lentamente, mas com algumas ideias fluindo neste oceano primordial. Como o título já adianta, estou falando do Savage Worlds (SW), um sistema que já está há alguns anos no mercado brasileiro, com um bom suporte de suplementos e cenários. Minhas primeiras experiências com o SW foram como jogador — e o sistema não me surpreendeu no ponto da empolgação e regras, pois tenho uma veia para coisas mais narrativistas — mas quando inverti a posição na mesa de jogo, e atuei como narrador em uma one-shot ambientada no universo de Blame!, as coisas mudaram e pude ver todo o potencial do sistema, que tem uma proposta simples e de fácil de adaptação para todos os cenários. Savage Worlds é uma ótima pedida para jogos rápidos, e quando digo rápidos não estou falando de jogos curtos — one-shots e aventuras rápidas — mas sim no sentido de que rapidamente conhecemos e dominamos as regras, construímos personagens e começamos a narrativa.