Avatar – Os Dobradores. Regra Opcional de Dobra pra Storytelling.

Olá,

 

Acho que hoje é um dia a ser lembrado na história desta seção, já que estou, milagrosamente, postando-a novamente em uma segunda após tantas tentativas fracassadas. Como anunciado no capítulo anterior, “Avatar – Os Dobradores”, eu falei sobre a elaboração de um modelo com um detalhamento maior em relação às técnicas e desenvolvimento das mesmas – para jogos mais no estilo Aang, em que os personagens realizam seu desenvolvimento de dobra enquanto se aventuram pelo mundo. Pois é, eu tenho um monstrinho perfeccionista aqui por dentro que não ficou contente só em criar um hack, tinha que ter regras alternativas para o hack. Antes de apresentá-las, devo alertar que esta não é uma postagem amigável com quem não entende do sistema Storytelling e da animação Avatar, pois se você desconhecer a ambos, vai se perder. A ideia ao escrever pela primeira vez sobre o hack e as regras alternativas era demonstrar o desenvolvimento das ideias envolvendo a adaptação – como as regras surgiram ao invés de só apresentá-las, o que é mais interessante para quem gosta de Design de RPG.

Avatar: Os Dobradores. Adaptação para Storytelling

Olá,

E finalmente chegamos em dezembro, o último mês do ano e aparentemente mais tranquilo – estamos no sexto dia e o ritmo dele já está um pouco mais light que o ritmo de novembro. Essa mudança de ritmo permitiu que eu respirasse um pouco, só que a tempestade de ideias na cabeça continua em polvorosa o que me joga na indecisão, o que me levou novamente a estar postando na Terça (isso e ter abusado um pouco numa maratona insana de Noragami que me fez dormir duas horas na segunda, após um domingo de evento). 😀 Admito que falta de organização também auxilia nisso e um dia vou fazer um modelo Lima de board pra cronograma, como o utilizado por Raphael Lima, o autor da coluna Nomos – mas até lá, vou ficar explorando o meu amigo João Neto como consultor de “Caraca, já é meia noite e eu preciso postar algo. Ajuda a decidir aqui, João!”. Portanto, este post é uma reciclagem de um dos posts antigos do Toca do Hutt, que chegou até a sair no wordpress do Mundos Colidem antes da digievolução que fizemos pra este site lindo aqui.

Changeling – Os Abduzidos

Olá,

Novembro sempre foi um mês complicado pra mim e este não fugiu à regra. Além das complicações, eu acabei me envolvendo em um projeto pessoal que tem consumido parte de meu tempo pra trazer material novo pra vocês aqui no Lugar Nenhum.

Damphirs para D&D 5.0

Olá,

Já tem rolado um boato de que o sertão vira mar quando eu conseguir postar novamente na segunda… E desta vez o atraso foi homérico, visto que só agora na terça pela manhã eu consegui sentar pra escrever este material – torcendo pra que esteja pronto pelo menos pra estar já no site na primeira parte da tarde. Ainda assim, aguardarei mais uma postagem pra ver se mudo de vez a data pra terça ou mantenho na segunda, conforme anunciado no capítulo anterior do Lugar Nenhum. E vamos em frente que atrás vem gente! /o/

Vampiros para D&D 5.0

Olá,

E chegamos a mais uma semana Yin e a mais um capítulo da coluna Lugar Nenhum! É, eu sei… Está novamente atrasado. Estou pensando com meus botões e linhas se não seria melhor eu migrar logo pra terça e ser honesto intelectualmente comigo mesmo de que não conseguirei nas segundas. Na verdade, já teria tomado esta decisão se o motivo de atraso desta vez não fosse por algo “justo”: domingo ocorreu a 4ª edição do Calango Lúdico, o evento mensal de RPG que ocorre aqui em Natal e do qual faço parte da organização. Como foi um incidente excepcional, aguardarei mais duas postagens da coluna para saber se consigo mesmo postar periodicamente na segunda ou se vou descaradamente pra terça.

Licantropos para D&D 5.0

Olá,

Saudações, 2d8 leitores! E chegou novamente a semana Yin e, juntamente com ela, mais um capítulo do Lugar Nenhum. Em tese, este capítulo deveria ter saído ontem, segunda-feira, mas eu tive problemas técnicos que resultaram no adiamento pra hoje, terça-feira – e felizmente a terça-feira da semana Yin está livre, o que permite que eu possa postar sem atrapalhar alguma outra coluna. Explicando um pouco nosso funcionamento, aqui no Mundos Colidem cada coluna é quinzenal, as postagens são regularmente de 15 em 15 dias para cada coluna. Na primeira semana, que chamamos de semana Yang, temos a postagem do Enclave do Arquimago na segunda-feira, Nomos na terça-feira, Ponto de Ignição na quinta-feira e Espaço Mítico na sexta-feira. Na segunda semana, que chamamos de semana Yin, temos a postagem do Lugar Nenhum na segunda-feira, da Encruzilhada dos Mundos na quinta-feira e da Taverna no Fim do Multiverso na sexta-feira. As quartas-feiras, sábados, domingos de ambas as semanas e a terça-feira da semana Yin ficam livres pra postagens ocasionais e atrasos, como é o meu caso neste segundo capítulo. E prometo que vou me organizar para que o terceiro capítulo saia sem nenhum tipo de imprevisto.

Lugar Nenhum e o Índice do D&D Five-Ô

Olá,

 

Eu sempre tive um problema com introduções e apresentações, então mesmo sabendo que alguns me acompanham aqui desde a época do Toca, ainda assim demorei meia hora, dois sanduíches e um copão de suco para encontrar o tom de escrita que eu desejava na primeira postagem da terceira encarnação do Lugar Nenhum. Aos que não me conhecem, eu sou o Leishmaniose e este é o Lugar Nenhum, o plano dimensional que utilizo para escrever sobre RPG: cenários, sistemas, teoria do RPG e “otras cositas más”. Aos que me conhecem, é aqui que ando me refugiando. E aos que me conhecem e conhecem o Lugar Nenhum, continuaremos com aquela programação de sempre cheia de maniosices e um pouco de “JAM Session” (sessão de jazz que se toca de improviso) porque ainda há de surgir o dia em que conseguirei escrever um post com antecedência – sim, 2d8 leitores, estou escrevendo isso na madrugada, again, usando de improviso, again, tendo que acordar daqui a pouco, again. O mesmo de sempre.

Mundos Colidem

When Worlds Collide é o nome de um livro de ficção científica do ano de 1933, de autoria de Philip Wylie e Edwin Balmer. O livro narra uma história em que um cientista prevê o choque de outro planeta com a Terra, causando uma devastação que a destruiria completamente. Essa talvez não seja a mais antiga referência a um título sobre a colisão de mundos, mas certamente é a mais clássica e uma das mais conhecidas no meio da ficção científica, chegando a influenciar diversas obras que surgiram depois, dentre elas Flash Gordon e Superman. Além de uma continuação, a história do livro invadiu os cinemas em 1951 – sendo conhecido aqui no Brasil como “O fim do mundo”. Depois disto, o título e a sua corruptela “Worlds Collide” passaram a ser utilizados em várias outras mídias, embora cada vez menos se conhecendo a referência: Worlds Collide foi o título de uma saga entre o universo DC e o universo Milestone, bem como do crossover entre Megaman e Sonic nos quadrinhos da Archie, também foi o nome do sexto álbum da banda Apocalyptica e o nome da música tema da final do campeonato de League of Legends do ano de 2015. E esse foi o nome escolhido por Petras Furtado, ao iniciar um blog em 07 de agosto de 2009, conforme suas próprias palavras: