É possível utilizar o RPG em sala de aula? [Parte 2]

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

Essa semana na Caixa do Lima, coluna na qual conversamos quinzenalmente, gostaria de dialogar novamente sobre o uso do RPG na educação. E dessa vez atendendo a pedidos do pessoal que entrou em contato após a postagem “É possível utilizar o RPG em Sala de Aula” que foi publicada em dezembro de 2017. Na referida postagem, faço um relato da minha experiência com o uso/tentativas do RPG na educação, desafios, dificuldades e acertos. Para começarmos recomendo a leitura do artigo anterior para os que estão lendo essa postagem, para acredito eu ter uma melhor compreensão do que está sendo debatido.

E por que tocar nesse assunto novamente? Após a postagem citada acima, ocorreu uma procura dos companheiros docentes que desejam utilizar o RPG em sala de aula, mediante esse fato, resolvi fazer essa postagem com algumas dicas básicas para quem quer começar a usar o RPG nas suas aulas.

AVISO

ESTE ARTIGO REPRESENTA
MINHA EXPERIÊNCIA COM O RPG
EM SALA DE AULA

É possível utilizar o RPG em sala de aula?

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

 

Essa semana na Caixa do Lima (outrora Nomos), esta coluna onde vos falo quinzenalmente (pelo menos me esforço para tanto), venho dialogar com meus poucos e fiéis leitores sobre o uso do RPG na educação.

AVISO:

ESSE ARTIGO RELATA A MINHA EXPERIÊNCIA COM O USO DO RPG EM SALA DE AULA

Desde o meu ingresso na docência por volta do ano de 2007, até os tempos atuais — já são mais de dez anos em sala de aula, até eu me assustei quando fiz essa conta — uma pergunta sempre me perseguiu:

é possível utilizar o RPG em sala de aula?

E após muitos anos de experiências com o RPG em sala de aula, nem tudo são rosas, nem todos os experimentos são exitosos ao longo de um tortuoso caminho de persistência e resistência para chegar ao que consegui hoje — que ainda não é o modelo ideal, mas já mostra muitos avanços na minha pesquisa.