Criando aventuras com pouco trabalho… do mestre

Acredito que fiquei um pouco preguiçoso quando o quesito é preparar aventuras de RPG, mas isso não me incomoda nem um pouco e nem me priva da diversão de uma boa aventura, onde quem faz boa parte do trabalho são os jogadores – um trabalho normalmente coroado com grandes interações.

NAS MINHAS EXPERIÊNCIAS (vou deixar isso bem enfatizado), também tenho notado que ao deixar os jogadores participarem da criação da aventura e de seus elementos, o nível de engajamento deles é maior durante as sessões, pois eles deixam de ser agentes passivos da construção do enredo inicial, para agentes ativos. Eles passam a jogar o que desejam, no máximo, com algumas modificações.

Um monstro, uma campanha

Para o artigo desta semana, havia pensado em fazer uma conversão do personagem Adão, Senhor Sombrio de Ravenloft para a quinta edição, mas percebi que não valeria o esforço, pois o que eu faria não seria uma conversão, mas um ou dois ajustes.

Pensei então em falar sobre “o sistema não importa”, mas aí percebi que isso só levaria a discussões desnecessárias e então me lembrei de um artigo que escrevi um tempo atrás e que repostei no Diário de Campanha sobre os Valpurgeist, criaturas típicas de Ravenloft e que me inspirou para este artigo.