Tokyo Ghoul para FAE

Olá Galerinha!
Parabéns atrasados a todos os nossos amigos Nerds! Que esse 25 de maio tenha sido fantástico para todos, com muita diversão! Agora, vamos revisar os itens de nossa mala: escova de dentes, coca cola, sabre de luz, nintendo 3ds, camisa “BAZINGA!”, mangas, muitos botons, DVDs do Star Trek, dados mágicos e por último, nossa velha e querida toalha.
Com as malas prontas, vamos viajar para um mundo obscuro, um mundo repleto de horror e com os mais saborosos tipos de cafés, nossa próxima parada é a Tóquio sobrenatural de Tokyo Ghoul.

Naruto para Savage Worlds: Parte II – Jutsus

Olá pessoas!
Em minha última postagem aqui no Santuário do Mestre, eu apresentei a primeira parte da minha adaptação de Naruto para Savage Worlds. Hoje vou direto ao ponto e, conforme prometi no final da postagem passada, começarei a falar sobre os Jutsus. Em mangás e animes do estilo shonen, é muito comum que seus personagens usem poderes especiais ou magias, tendo os seus nomes estilosos gritados a cada uso. Em Naruto não é diferente, e aqui eles são chamados de jutsus (que pode ser traduzido como “técnica”). Entre os mais famosos está a marca registrada do protagonista da série, a “Técnica do Clone das Sombras” ou Kage Bunshin no Jutsu, no original; um jutsu proibido que ele aprende logo no primeiro capítulo do mangá.

Veja também: Parte IParte IIIParte IV, Parte V, Parte VI.

Naruto para Savage Worlds: Parte I – Personagens

Olá, pessoas!
Bem-vindos a mais uma quarta-feira no Santuário do Mestre. Semana passada foi bem atribulada para mim, e esta começou ainda mais ocupada, o que acabou por cortar boa parte do meu tempo livre para leitura e escrita. Mas isto não me impediu de participar na semana passada do Terças do RPG, o que já está virando rotina minha comentar sobre, seja por aqui ou no meu blog pessoal. De fato, minha mesa foi a única que ocorreu no evento, e a experiência foi extremamente satisfatória. Não vou entrar em detalhes, uma vez que a aventura que narrei será tema de uma postagem futura, por isso aguardem. Falando em postagens, em minha última aqui no site apresentei uma aventura one-shot e cinco fichas de personagem de Ryuutama para que vocês tenham uma melhor ideia de como funciona o sistema e possam testá-lo. Hoje, porém, resolvi voltar a um tema que já abordei no passado: adaptações. E a adaptação de hoje é mais do que especial, pois tratarei de um tema que domino bem. Estou falando de Naruto.

Veja também: Parte II, Parte III, Parte IV, Parte V, Parte VI.

OVA – The Anime Role-Playing Game

Olá pessoas!
Na minha última postagem aqui no Santuário do Mestre eu fiz uma análise sobre as minhas primeiras impressões ao narrar Ryuutama, este RPG japonês fascinante que vem cada vez mais me cativando. Além disso, ontem no Terças de RPG, evento organizado aqui em Natal/RN pela equipe do Mundos Colidem, onde trazemos semanalmente duas mesas em modelo one-shot para a galera experimentar, eu narrei uma aventura pronta que criei para o sistema. Ainda há muito o que se falar sobre Ryuutama, por isso aguardem novidades. Mas voltando ao foco, hoje trago a vocês mais uma resenha de sistema. Quem acompanha as postagens do Santuário já percebeu meu gosto por animes, e hoje o sistema a ser esmiuçado é justamente sobre esta temática. Estou falando de OVA, The Anime Role-Playing Game.

Jogando Hikikomori: Amiga Otaku, Lolicon e Vaporwave

Para terminar a série sobre o jogo Hikikomori, vamos percorrer uma sessão completa que corresponde a uma semana da vida do personagem. Como vimos na apresentação geral desse jogo, hikikomori é um termo em japonês para usado para definir fenômeno contemporâneo, um problema tanto social quando de saúde pública que cresce em muitos países. O jogo e Ewen Cluney, que foi traduzido para o português (e recentemente revisado) procura fornecer uma mecânica que permita o desenvolvimento de uma narrativa sobre a semana agitada de uma pessoa (geralmente jovem) que está na condição de um hikikomori. Segue a descrição da partida a seguir…

Hikikomori – Tradução

No nosso último encontro, exploramos um pouco do jogo Hikikomori, de Ewen Cluney. Nesse segundo post, ao invés de escrever como foi o meu jogo solo, ou minha “aventura de uma semana” com um personagem hikikomori, decidi arriscar uma tradução do jogo, gentilmente incentivada pelo autor. 

ひきこもり (Hikikomori) 

Hikikomori é um “RPG solo” escrito em 2006 por Ewen Cluney para competir em um desafio chamado RPG de 24 horas. Vamos conhecer um pouco desse jogo para se jogar sozinho e introduzir o tema que dá base para a ficção, sua inspiração na literatura, no mangá e no anime.

Youkai: Espelhos e Fumaça. Adaptação para Storytelling.

Olá,

Feliz Ano Novo Chinês, caros 2d8 leitores! Talvez muitos aqui já saibam, mas várias nações do Oriente seguem um calendário diferente do calendário Gregoriano, que é o utilizado aqui no Ocidente. Eles seguem o Calendário Chinês, um calendário lunissolar, que leva em conta tanto as fases da lua como a posição do sol – tanto que o ano novo chinês começa na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo quinto grau de Aquário. Pela tradição chinesa, cada ano está vinculado a um dos doze animais que atenderam ao chamado de Buda para uma reunião. Atualmente estamos no ano do Galo, que teve início na última lua nova, no dia 28 de janeiro de 2017 pelo calendário ocidental. E em homenagem a esta festividade, trago uma postagem contendo uma adaptação de Youkais, criaturas míticas da mitologia japonesa, para o sistema Storytelling, do Chronicles of Darkness.

Avatar – Os Dobradores. Regra Opcional de Dobra pra Storytelling.

Olá,

 

Acho que hoje é um dia a ser lembrado na história desta seção, já que estou, milagrosamente, postando-a novamente em uma segunda após tantas tentativas fracassadas. Como anunciado no capítulo anterior, “Avatar – Os Dobradores”, eu falei sobre a elaboração de um modelo com um detalhamento maior em relação às técnicas e desenvolvimento das mesmas – para jogos mais no estilo Aang, em que os personagens realizam seu desenvolvimento de dobra enquanto se aventuram pelo mundo. Pois é, eu tenho um monstrinho perfeccionista aqui por dentro que não ficou contente só em criar um hack, tinha que ter regras alternativas para o hack. Antes de apresentá-las, devo alertar que esta não é uma postagem amigável com quem não entende do sistema Storytelling e da animação Avatar, pois se você desconhecer a ambos, vai se perder. A ideia ao escrever pela primeira vez sobre o hack e as regras alternativas era demonstrar o desenvolvimento das ideias envolvendo a adaptação – como as regras surgiram ao invés de só apresentá-las, o que é mais interessante para quem gosta de Design de RPG.

Avatar: Os Dobradores. Adaptação para Storytelling

Olá,

E finalmente chegamos em dezembro, o último mês do ano e aparentemente mais tranquilo – estamos no sexto dia e o ritmo dele já está um pouco mais light que o ritmo de novembro. Essa mudança de ritmo permitiu que eu respirasse um pouco, só que a tempestade de ideias na cabeça continua em polvorosa o que me joga na indecisão, o que me levou novamente a estar postando na Terça (isso e ter abusado um pouco numa maratona insana de Noragami que me fez dormir duas horas na segunda, após um domingo de evento). 😀 Admito que falta de organização também auxilia nisso e um dia vou fazer um modelo Lima de board pra cronograma, como o utilizado por Raphael Lima, o autor da coluna Nomos – mas até lá, vou ficar explorando o meu amigo João Neto como consultor de “Caraca, já é meia noite e eu preciso postar algo. Ajuda a decidir aqui, João!”. Portanto, este post é uma reciclagem de um dos posts antigos do Toca do Hutt, que chegou até a sair no wordpress do Mundos Colidem antes da digievolução que fizemos pra este site lindo aqui.