A aventura vai começar – Parte II

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

Primeiramente gostaria de desejar um feliz novo ciclo a todos que acompanham a Caixa do Lima, a todos os leitores do Mundos Colidem e aos amantes desse joguinho maravilhoso de rolar dados que surgiu há mais de quarenta anos. E nesse retorno/renascimento das atividades da Caixa, vamos atender a pedidos e falar de Fate, dando sequência a uma das postagens com grande feedback neste ano que se passou. E aproveitando o ensejo e oportunidade, e fazer o jabá para o nosso “Índice Mundos Colidem para FATE Acelerado“. É só clicar e ir para o abraço.

A Aventura vai Começar” foi publicada em 10 de fevereiro de 2017 e abordava dicas para os narradores começarem uma aventura no sistema Fate de forma dinâmica, com sugestões para o processo de construção de personagens, além de algumas pequenas dicas de organização da narrativa. Em A Aventura vai Começar – parte II, a proposta é dar um suporte aos narradores com algumas dicas que podem ser úteis na organização da aventura, e quem sabe, para seu sucesso, garantindo a diversão dos participantes.

É possível utilizar o RPG em sala de aula?

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

 

Essa semana na Caixa do Lima (outrora Nomos), esta coluna onde vos falo quinzenalmente (pelo menos me esforço para tanto), venho dialogar com meus poucos e fiéis leitores sobre o uso do RPG na educação.

AVISO:

ESSE ARTIGO RELATA A MINHA EXPERIÊNCIA COM O USO DO RPG EM SALA DE AULA

Desde o meu ingresso na docência por volta do ano de 2007, até os tempos atuais — já são mais de dez anos em sala de aula, até eu me assustei quando fiz essa conta — uma pergunta sempre me perseguiu:

é possível utilizar o RPG em sala de aula?

E após muitos anos de experiências com o RPG em sala de aula, nem tudo são rosas, nem todos os experimentos são exitosos ao longo de um tortuoso caminho de persistência e resistência para chegar ao que consegui hoje — que ainda não é o modelo ideal, mas já mostra muitos avanços na minha pesquisa.

Cruzados: Jornada à Terra Santa

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

Essa semana na Caixa do Lima (outrora Nomos), esta coluna onde que vos falo quinzenalmente, gostaria de apresentar para vocês o Cruzados: Jornada à Terra Santa, o segundo minijogo de minha autoria, dessa vez com uma temática medieval e bastante influenciado pelo Medievo RPG. Segundo minijogo? Mas cadê o primeiro? O primeiro minijogo produzido, Sobreviventes: um jogo minimalista de sobrevivência pós-apocalíptica, aborda um mundo devastado por um apocalipse zumbi. Para ambos os jogos, vocês só precisam de alguns pedaços de papel, lápis, borracha, um punhado de dados de seis lados — os famosos d6 — e uma cópia dos folhetos dos jogos.

Cruzados é um minijogo sobre a Jornada à Terra Santa, onde os jogadores são membros de uma cruzada cristã.

Cruzados, introdução.

África Século XXIII para Savage Worlds

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

 

Essa semana na Caixa do Lima (outrora Nomos), esta coluna onde que vos falo quinzenalmente, gostaria de entrar em um sistema — por puro atrevimento — cujas águas misteriosas mergulho lentamente, mas com algumas ideias fluindo neste oceano primordial. Como o título já adianta, estou falando do Savage Worlds (SW), um sistema que já está há alguns anos no mercado brasileiro, com um bom suporte de suplementos e cenários. Minhas primeiras experiências com o SW foram como jogador — e o sistema não me surpreendeu no ponto da empolgação e regras, pois tenho uma veia para coisas mais narrativistas — mas quando inverti a posição na mesa de jogo, e atuei como narrador em uma one-shot ambientada no universo de Blame!, as coisas mudaram e pude ver todo o potencial do sistema, que tem uma proposta simples e de fácil de adaptação para todos os cenários. Savage Worlds é uma ótima pedida para jogos rápidos, e quando digo rápidos não estou falando de jogos curtos — one-shots e aventuras rápidas — mas sim no sentido de que rapidamente conhecemos e dominamos as regras, construímos personagens e começamos a narrativa.

Sobreviventes: um jogo minimalista de sobrevivência pós-apocaliptica

Sim, este é outro jogo sobre o apocalipse zumbi. A diferença é a sua proposta para jogos curtos e casuais, onde o jogador é uma sobrevivente, tentando alcançar um tipo de santuário cuja existência ela descobriu ao longo de sua jornada, através das histórias de outros sobreviventes. Mas a sua localização é desconhecida. Nada é certo.

— Sobreviventes

A Jornada do Narrador em Medievo

Olá eu sou o Lima, Raphael Lima.

 

Essa semana no Nomos, esta coluna que vos falo quinzenalmente daremos sequência a postagem sobre a Jornada do Herói no Medievo, dessa vez intitulada A Jornada do Narrador em Medievo. Na postagem anterior, abordamos a mecânica de construção de personagens e neste texto pretendo trazer algumas orientações para os narradores que pretendem narrar Medievo: um esboço sobre o tema e tom do cenário, dicas para a organização de uma aventura, interpretação e improviso, criando desafios e as ferramentas do narrador.

A Jornada do Herói em Medievo

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

 

Esta semana no Nomos, a coluna onde vos falo quinzenalmente, volto a falar sobre o Medievo RPG, um sistema de minha autoria que venho desenvolvendo desde meados de 2015. Mas dessa vez não vamos apresentar o Medievo novamente, mas sim debater mais alguns aspectos pertinentes do sistema e apresentar atualizações, conforme se desenrolam seus playtests nos eventos de RPG aqui em Natal, além das mesas dos colaboradores.

Quem ainda não conhece o Medievo, pode baixar o Livro de Regras do Medievo RPG: Fantasia Medieval na Baixa Idade Média, em formato de playtest e começar a rolar dados e acompanhar as atualizações que rolam nessa coluna.

Moana: Um Mar de Aventuras para Fate Acelerado – Parte III

Saudações, navegantes!

 

Nas últimas duas semanas apresentei alguns apontamentos sobre uma “adaptação” de Moana: Um Mar de Aventuras para Fate Acelerado, onde mais uma vez acreditei que estaria finalizando essa série sobre a princesa Disney polinésia, mas o Fate Ferramentas do Sistema — lançado recentemente pela Solar Entretenimento — está fazendo questão de me mostrar que ainda existe muito a ser abordado nessa proposta, e dessa vez não direi que esta será a última postagem. Escrever sobre Moana para FAE, tem sido muito especial para mim, pois fazia tempo que não escrevia com tantas ideias, fluindo cada vez mais facilmente. Como professor e pai, a obra infantil sobre a cultura polinésia — que assisti mais duas vezes nessa última semana — contabilizando 33 visualizações — é emocionante e inspiradora para conhecermos mais sobre a cultura Maori.

Moana: Um Mar de Aventuras para Fate Acelerado – Parte II.

Saudações, navegantes!

 

Na última semana compartilhei uma ideia, a adaptação de Moana: Um Mar de Aventuras para Fate Acelerado e encerrei a postagem falando que se um dia voltasse – por isso chamei de apontamentos, pois não tinha a intenção de trabalhar essa proposta – a mexer nessa adaptação, falaria sobre embarcações.

E segundo o ditado popular, “nunca diga nunca”, em menos de uma semana, graças ao feedback positivo da comunidade e piadinhas internas no Mundos Colidem – alguns pediam até adaptação de Princesinha Sofia – retorno com a segunda parte dos apontamentos para Moana: Um Mar de Aventuras para Fate Acelerado.

Moana: Um Mar de Aventuras para Fate Acelerado

Saudações Navegantes!

Após ter assistido o filme Moana: Um Mar de aventuras trinta e uma vezes com a minha filhota e fazermos algumas brincadeiras, tinha que sair algo, e claro que seria uma adaptação para Fate Acelerado, que na verdade não tem nada demais. E ela bebe bastante da fonte do Jadepunk; não sei nem se devo chamar de adaptação, mas sim de apontamentos sobre a obra e ideias para se aplicar no FAE. Antes de apresentar as regras dessa proposta, que consiste em transformar as abordagens em profissões e algumas sugestões de regras para velejar, vou falar um pouco do enredo do filme e dos seus personagens.