As ferramentas que me auxiliam na condução de campanhas de RPG

Saudações, aventureiros.

No artigo de hoje do Enclave do Arquimago, vou falar um pouco sobre como faço o planejamento de minhas sessões, incluindo as ferramentas que utilizo, portanto, teremos um artigo mais voltado para mestres iniciantes.

A Campanha de Ravenloft

Olá,

 

O pessoal que me conhece, ou pelo menos acompanha as postagens do Lugar Nenhum há tempo suficiente, sabe do meu amor pelo cenário de Ravenloft (do qual falei um pouco aqui, no Guiamaniose de Cenários da TSR e da WotC). Ravenloft sempre me cativou por, em meio a tantos cenários de ação e aventura de D&D, evocar o tom de horror e a temática gótica em sua ambientação e aventuras. Posteriormente, esse estilo seria chamado de Dark Fantasy e se tornaria proeminente em outras mídias, como The Witcher, Dragon Age, Goblin Slayer e Berserker. E, apesar de haver combates e certamente algumas mortes sangrentas, o foco em Ravenloft sempre foi maior no horror, na sutileza mental, na reflexão do elemento humano, de suas ações e das consequências para ele e para o mundo. Porém, apesar de fascinante, o estilo de jogo evocado por Ravenloft nunca foi de fácil condução. É preciso um pouco de conhecimento sobre o gênero de horror e a temática gótica, principalmente os clássicos utilizados como inspiração para a criação do cenário, além, claro, da habilidade de narrativa para que o jogo tenha um tom próximo ao esperado de uma história gótica. Procurando orientar aos jogadores e mestres que queriam se aventurar nas sombrias terras das brumas, no livro de Ravenloft para D&D 3ª edição publicada pela Sword & Sorcery, uma filial de jogos fantasy da White Wolf, foram dedicadas algumas páginas abordando o assunto. E é justamente este trecho do livro, que ainda pode ser encontrado em sebos, que eu trago para vocês neste capítulo do Lugar Nenhum.

The Witcher RPG

Saudações, aventureiros.

É impossível não se encantar pelo maravilhoso mundo de The Witcher, seja através dos livros, dos jogos ou do seriado – certo, é possível não se encantar com o seriado.

Uma pesquisa na internet revela uma interessante iniciativa de adaptação do cenário para D&D 5E, mas já existe um projeto oficial em andamento e as expectativas são as melhores.

Ervas para a herbalista

Os jogos eletrônicos podem nos inspirar. Alguns títulos nos inspiram muito e nenhum outro título tem me inspirado mais do que The Witcher 3: Wild Hunt e suas expansões Stone Heart e Blood and Wine.

Baseado nesta inspiração, no artigo de hoje vou apresentar uma ideia para aventura tirada diretamente de uma missão do Blood and Wine para D&D 5E.

Aproveitem.


O básico sobre maldições

Saudações, aventureiros.

Inspirado pelo jogo The Witcher 3: Wild Hunt, hoje vou trazer à pauta um elemento muito interessante das histórias de fantasia e que poderiam ganhar ainda mais espaço nas mesas RPG: as maldições.

Neste artigo apresento as mais relevantes referências sobre maldições contidas nos três livros básicos da quinta edição de D&D e apresento os três principais tipos de maldições, de acordo com o Cenário de Campanha de Ravenloft.