Analisando a criação de sistemas

Olá pessoas!
Bem-vindos a mais uma postagem do Santuário do Mestre. Para quem não lembra (ou não viu), há duas semanas eu falei sobre o Gaia RPG, o sistema que estou desenvolvendo para fantasias medievais e que pretendo que seja gratuito, aberto e acessível. Na postagem, eu comentei que o jogo ainda precisa da realização de alguns testes fechados para que possa ser distribuído, e justamente no dia 01 de outubro tivemos o nosso segundo playtest na primeira edição do novo evento aqui do site, o Encontros Mundos Colidem de RPG (ou apenas EMC). Não entrarei em detalhes, uma vez que este é um assunto para outra postagem, mas o resultado foi muito positivo e alguns ajustes já foram feitos e outros estão sendo analisados. Contudo, eu abri a postagem de hoje falando sobre isto pois o assunto que abordarei trata-se justamente do processo para a criação de sistemas.

Sistema Gaia RPG

Olá pessoas!
Bem-vindos a mais uma postagem do Santuário do Mestre. Estavam com saudades? Quem vem acompanhando as minhas postagens sabe que no mês passado eu conclui uma adaptação do anime e mangá Naruto para Savage Worlds, que foi dividida em sete partes (veja a sua introdução na Parte 01 e demais partes nos links da própria postagem). Após esta trabalheira toda, e devido as atribuições da vida, acabei precisando de algumas semanas de folga (agradeço aos meus 2d6 leitores pela paciência). Neste meio tempo, algumas das previsões que fiz infelizmente acabaram não se cumprindo, atrasando parte do meu cronograma de postagens (como a chegada de alguns livros que financiei e os quais quero muito resenhar aqui). Entretanto, durante a minha folga, eu trabalhei na produção de um material em especial. Estou falando do meu novo sistema, o Gaia RPG, sobre o qual falarei hoje.

Os exploradores de hexágonos: Introdução

Sejam bem vindos a Espaço Mítico desta semana! Após um hiato de quase um mês, voltamos as atividades trazendo uma nova série de postagens que vão ocorrer paralelas ao desenvolvimento do Nova Amsterdã 1646, apelidada de Os Exploradores de Hexágonos. O título estranho da coluna é uma referência direta a um estilo narrativo que remonta aos velhos tempos do Original Dungeons & Dragons (OD&D) e velho conhecido do pessoal Old School Renaissance (OSR) que se perdeu ao longo do desenvolvimento do RPG, mas que tem retomado fôlego nos fóruns e listas de discussão mundo afora: a chamada campanha hexcrawl. Resolvemos abordar este tema aqui devido a incrível série de postagens do nosso amigo e colaborador do blog, Leish, chamada Lá e De Volta Outra Vez que aborda parte do tema principal aqui apresentado que é as regras sobre viagens em ambientes selvagens.

Resenha: Shadow of the Demon Lord

Olá, pessoas!
Vocês estavam esperando a continuação da adaptação de Naruto para Savage Worlds que eu sei, né? Entretanto, hoje falarei sobre outro assunto, só para variar um pouco. Resolvi fazer a resenha de um material que chamou minha atenção no ano passado e que agora, após a leitura da versão básica do seu PDF, posso afirmar com certeza que tem o potencial para reascender minha paixão por sistemas d20. Estou falando de Shadow of the Demon Lord (“Sombra do Lorde Demônio”, em tradução livre), que foi financiado com grandioso sucesso pela Pensamento Coletivo no final de 2016, chegando a ter um late pledge e ser o maior financiamento coletivo de RPG em terras nacionais em termos de valor arrecadado (até esta data). Antes de começar, porém, saibam que não julgarei aqui a qualidade do PDF apresentado pela editora. O objetivo deste texto é falar apenas do jogo em si, e não sobre um material que ainda nem está pronto (deixarei isto para quando tiver o livro físico em mãos, que espero que saia logo).

Open Legend: RPG de licença aberta

Caros leitores, sejam bem vindos ao Espaço Mítico desta semana, desta vez trago a vocês uma resenha de um jogo de RPG em desenvolvimento lá fora que chamou bastante a minha atenção por uma série de características que o tornam único — a começar pela equipe de desenvolvimento de um cenário compatível que inclui Mathew Mercer, conhecido por ser dublador de diversos jogos e animações bem como narrador e youtuber do canal Critical Role; o lendário Ed Greenwood, que para resumir muito bem seu currículo, é o criador de Forgotten Realms (Reinos Esquecidos). O sistema é chamado de Open Legend RPG (que eu irei chamar aqui de OL), um sistema de fantasia épica genérica criado por Brian Feister e o Ish Stabosz.

Como Treinar Seu Sistema IV – Sobre Criar seu Sistema, OGLs, Creative Commons e outras Licenças

Olá,

Saudações, caríssimos 2d8 leitores! Nos capítulos anteriores eu falei sobre os cenários de D&D elaborados pela TSR e pela WotC – e dei uma aprofundada em um dos meus xodós no último capítulo, o “Masque of the Red Death” que apresenta regras para jogar D&D na Era Vitoriana. Eu pretendo, nos próximos capítulos, falar sobre outros cenários e, se possível, trazer adaptações para a 5ª edição – seja autoral ou alguma adaptação encontrada na internet. Porém, neste capítulo eu trago um assunto que surgiu em uma discussão que presenciei semana retrasada, sobre criação de um sistema próprio de RPG. Vou aproveitar e falar um pouco sobre a OGL, o Creative Commons e as demais licenças de alguns sistemas de RPG, sobre os quais muitas pessoas têm curiosidade de como funcionam e cujo conhecimento são essenciais para quem deseja criar seu próprio sistema.

Medievo: Jogo de Teste 3.0

Olá Camaradas!

Postagem dessa sexta é curtinha, e não foi feita de última hora como a outra (mentira, foi também). Pois venho trazer para vocês algo que os leitores desse micro/macro espaço já conhecem, o Medievo RPG. Um sistema que foi desenvolvido com base nas minhas experiências no uso da narrativa interativa em sala de aula, durante as atividades das disciplinas de Ensino Religioso e História. Para os que não sabem, sou professor e desde meados de 2012, comecei a inserir o RPG nas minhas aulas.  Na última postagem abordei as Oficinas Interativas que ministro em minhas aulas e realmente não esperava a repercussão e os contatos, inclusive na escola onde leciono, pois alguns companheiros nem sabiam da existência (e persistência) de tal atividade. E entre alguns desses contatos, as conversas foram sobre como o Medievo estava se tornando um cenário bem definido e com características próprias, mas que a produção do material de RPG voltada para a prática docente necessitava de algo mais genérico, que pudesse abordar todas as temáticas.

OVA – The Anime Role-Playing Game

Olá pessoas!
Na minha última postagem aqui no Santuário do Mestre eu fiz uma análise sobre as minhas primeiras impressões ao narrar Ryuutama, este RPG japonês fascinante que vem cada vez mais me cativando. Além disso, ontem no Terças de RPG, evento organizado aqui em Natal/RN pela equipe do Mundos Colidem, onde trazemos semanalmente duas mesas em modelo one-shot para a galera experimentar, eu narrei uma aventura pronta que criei para o sistema. Ainda há muito o que se falar sobre Ryuutama, por isso aguardem novidades. Mas voltando ao foco, hoje trago a vocês mais uma resenha de sistema. Quem acompanha as postagens do Santuário já percebeu meu gosto por animes, e hoje o sistema a ser esmiuçado é justamente sobre esta temática. Estou falando de OVA, The Anime Role-Playing Game.

Jogando Ryuutama

Olá pessoas!
Semanas atrás postei aqui uma resenha falando sobre um dos meus RPGs favoritos dos últimos tempos: o Ryuutama. Nela eu apresentei o jogo e resumi suas principais e diferentes mecânicas. Caso você não tenha a lido ou não se lembre do que falei, sugiro parar a leitura aqui e ler a postagem anterior a fim de se inteirar sobre o assunto. Pois bem, eu então consegui convencer meu grupo a jogar uma campanha usando o Ryuutama (com ajuda dos amigos Joka e Leish, também colaboradores do Mundos Colidem), e é o que viemos fazendo nas últimas semanas. Hoje o que vos trago é uma análise das minhas primeiras impressões do sistema, a construção da minha campanha e como as suas mecânicas únicas vêm se comportando em mesa.

Ryuutama

Olá pessoas!
Em minha primeira postagem aqui no Mundos Colidem, eu falei sobre o único e cativante Golden Sky Stories. Hoje trarei aos senhores o que eu pude absorver da leitura de outro RPG japonês e que foi lançado através do Kickstart pelo Kotodama, o mesmo pessoal que trouxe o já mais conhecido Tenra Bansho Zero (este infelizmente ainda não pude ler). Estou falando de Ryuutama, um RPG de fantasia natural único e que merece a atenção e leitura de todos.