Open Legend: RPG de licença aberta

Caros leitores, sejam bem vindos ao Espaço Mítico desta semana, desta vez trago a vocês uma resenha de um jogo de RPG em desenvolvimento lá fora que chamou bastante a minha atenção por uma série de características que o tornam único — a começar pela equipe de desenvolvimento de um cenário compatível que inclui Mathew Mercer, conhecido por ser dublador de diversos jogos e animações bem como narrador e youtuber do canal Critical Role; o lendário Ed Greenwood, que para resumir muito bem seu currículo, é o criador de Forgotten Realms (Reinos Esquecidos). O sistema é chamado de Open Legend RPG (que eu irei chamar aqui de OL), um sistema de fantasia épica genérica criado por Brian Feister e o Ish Stabosz.

Como Treinar Seu Sistema IV – Sobre Criar seu Sistema, OGLs, Creative Commons e outras Licenças

Olá,

Saudações, caríssimos 2d8 leitores! Nos capítulos anteriores eu falei sobre os cenários de D&D elaborados pela TSR e pela WotC – e dei uma aprofundada em um dos meus xodós no último capítulo, o “Masque of the Red Death” que apresenta regras para jogar D&D na Era Vitoriana. Eu pretendo, nos próximos capítulos, falar sobre outros cenários e, se possível, trazer adaptações para a 5ª edição – seja autoral ou alguma adaptação encontrada na internet. Porém, neste capítulo eu trago um assunto que surgiu em uma discussão que presenciei semana retrasada, sobre criação de um sistema próprio de RPG. Vou aproveitar e falar um pouco sobre a OGL, o Creative Commons e as demais licenças de alguns sistemas de RPG, sobre os quais muitas pessoas têm curiosidade de como funcionam e cujo conhecimento são essenciais para quem deseja criar seu próprio sistema.

Medievo: Jogo de Teste 3.0

Olá Camaradas!

Postagem dessa sexta é curtinha, e não foi feita de última hora como a outra (mentira, foi também). Pois venho trazer para vocês algo que os leitores desse micro/macro espaço já conhecem, o Medievo RPG. Um sistema que foi desenvolvido com base nas minhas experiências no uso da narrativa interativa em sala de aula, durante as atividades das disciplinas de Ensino Religioso e História. Para os que não sabem, sou professor e desde meados de 2012, comecei a inserir o RPG nas minhas aulas.  Na última postagem abordei as Oficinas Interativas que ministro em minhas aulas e realmente não esperava a repercussão e os contatos, inclusive na escola onde leciono, pois alguns companheiros nem sabiam da existência (e persistência) de tal atividade. E entre alguns desses contatos, as conversas foram sobre como o Medievo estava se tornando um cenário bem definido e com características próprias, mas que a produção do material de RPG voltada para a prática docente necessitava de algo mais genérico, que pudesse abordar todas as temáticas.

OVA – The Anime Role-Playing Game

Olá pessoas!
Na minha última postagem aqui no Santuário do Mestre eu fiz uma análise sobre as minhas primeiras impressões ao narrar Ryuutama, este RPG japonês fascinante que vem cada vez mais me cativando. Além disso, ontem no Terças de RPG, evento organizado aqui em Natal/RN pela equipe do Mundos Colidem, onde trazemos semanalmente duas mesas em modelo one-shot para a galera experimentar, eu narrei uma aventura pronta que criei para o sistema. Ainda há muito o que se falar sobre Ryuutama, por isso aguardem novidades. Mas voltando ao foco, hoje trago a vocês mais uma resenha de sistema. Quem acompanha as postagens do Santuário já percebeu meu gosto por animes, e hoje o sistema a ser esmiuçado é justamente sobre esta temática. Estou falando de OVA, The Anime Role-Playing Game.

Jogando Ryuutama

Olá pessoas!
Semanas atrás postei aqui uma resenha falando sobre um dos meus RPGs favoritos dos últimos tempos: o Ryuutama. Nela eu apresentei o jogo e resumi suas principais e diferentes mecânicas. Caso você não tenha a lido ou não se lembre do que falei, sugiro parar a leitura aqui e ler a postagem anterior a fim de se inteirar sobre o assunto. Pois bem, eu então consegui convencer meu grupo a jogar uma campanha usando o Ryuutama (com ajuda dos amigos Joka e Leish, também colaboradores do Mundos Colidem), e é o que viemos fazendo nas últimas semanas. Hoje o que vos trago é uma análise das minhas primeiras impressões do sistema, a construção da minha campanha e como as suas mecânicas únicas vêm se comportando em mesa.

Ryuutama

Olá pessoas!
Em minha primeira postagem aqui no Mundos Colidem, eu falei sobre o único e cativante Golden Sky Stories. Hoje trarei aos senhores o que eu pude absorver da leitura de outro RPG japonês e que foi lançado através do Kickstart pelo Kotodama, o mesmo pessoal que trouxe o já mais conhecido Tenra Bansho Zero (este infelizmente ainda não pude ler). Estou falando de Ryuutama, um RPG de fantasia natural único e que merece a atenção e leitura de todos.

Mythras RPG

No artigo anterior apresentei um breve histórico do Basic Roleplaying (BRP) e as diversas obras que ganharam ambientações para o sistema de regras. O RuneQuest se transformou em uma variação das regras do BRP e teve a sua sexta edição publicada em 2012 pela The Design Mechanisms, que revisou as regras em 2016 sendo renomeado como Mythras.

Além da mudança do nome, o livro ganhou uma significativa melhora no design, aproveitando melhor os espaços, inserindo novas imagens, ampliando alguns textos e esclarecendo melhor outros pontos, tudo isso com um ganho de 152 páginas (458 p. Vs 306 p. respectivamente) – nessas horas vemos o quão importante é ter um bom diagramador nesses projetos.

Como já disse anteriormente, são muitas as ideias contidas no Mythras que podem ser facilmente utilizadas em outros RPGs, principalmente o D&D, com quem faço frequentes referências.

Golden Sky Stories

Olá pessoas!

Bem-vindos ao Santuário do Mestre, seu novo lugar no Mundos Colidem para falar sobre sistemas novos, velhos, perdidos, que ninguém liga, regras aleatórias e adaptações (de animes e games, geralmente). Eu sou o Tio Lipe, também conhecido como “Cavaleiros” por antigos leitores de blogs de RPG. Quem me conhece sabe que eu já tive alguns blogs, que TENHO um blog (confira o Papo de RPGista), e que já postei nos blogs dos outros (e olha eu aqui fazendo isso novamente). Já quem me acompanha sabe que meus trabalhos incluem principalmente, mas não exclusivamente, adaptações de Naruto… Quero dizer, de animes e games para diversos sistemas. Eu também sou louco por criar meus próprios sistemas e fazer meus jogadores sofrerem com playtests e mudanças intermináveis nas regras. E não é que, no fim, acabei criando mesmo um sistema ao meu estilo chamado Tio20 RPG! Apresentarei o danado em outra oportunidade, pois hoje, como minha postagem de abertura, vim trazer uma resenha que fiz tem um tempo sobre um jogo que me cativou absurdamente, mas, infelizmente, não pude ainda jogar. Estou falando de Golden Sky Stories.