Analisando a criação de sistemas

Olá pessoas!
Bem-vindos a mais uma postagem do Santuário do Mestre. Para quem não lembra (ou não viu), há duas semanas eu falei sobre o Gaia RPG, o sistema que estou desenvolvendo para fantasias medievais e que pretendo que seja gratuito, aberto e acessível. Na postagem, eu comentei que o jogo ainda precisa da realização de alguns testes fechados para que possa ser distribuído, e justamente no dia 01 de outubro tivemos o nosso segundo playtest na primeira edição do novo evento aqui do site, o Encontros Mundos Colidem de RPG (ou apenas EMC). Não entrarei em detalhes, uma vez que este é um assunto para outra postagem, mas o resultado foi muito positivo e alguns ajustes já foram feitos e outros estão sendo analisados. Contudo, eu abri a postagem de hoje falando sobre isto pois o assunto que abordarei trata-se justamente do processo para a criação de sistemas.

Resenha: Shadow of the Demon Lord

Olá, pessoas!
Vocês estavam esperando a continuação da adaptação de Naruto para Savage Worlds que eu sei, né? Entretanto, hoje falarei sobre outro assunto, só para variar um pouco. Resolvi fazer a resenha de um material que chamou minha atenção no ano passado e que agora, após a leitura da versão básica do seu PDF, posso afirmar com certeza que tem o potencial para reascender minha paixão por sistemas d20. Estou falando de Shadow of the Demon Lord (“Sombra do Lorde Demônio”, em tradução livre), que foi financiado com grandioso sucesso pela Pensamento Coletivo no final de 2016, chegando a ter um late pledge e ser o maior financiamento coletivo de RPG em terras nacionais em termos de valor arrecadado (até esta data). Antes de começar, porém, saibam que não julgarei aqui a qualidade do PDF apresentado pela editora. O objetivo deste texto é falar apenas do jogo em si, e não sobre um material que ainda nem está pronto (deixarei isto para quando tiver o livro físico em mãos, que espero que saia logo).