Naruto para Savage Worlds: Parte II – Jutsus

Olá pessoas!
Em minha última postagem aqui no Santuário do Mestre, eu apresentei a primeira parte da minha adaptação de Naruto para Savage Worlds. Hoje vou direto ao ponto e, conforme prometi no final da postagem passada, começarei a falar sobre os Jutsus. Em mangás e animes do estilo shonen, é muito comum que seus personagens usem poderes especiais ou magias, tendo os seus nomes estilosos gritados a cada uso. Em Naruto não é diferente, e aqui eles são chamados de jutsus (que pode ser traduzido como “técnica”). Entre os mais famosos está a marca registrada do protagonista da série, a “Técnica do Clone das Sombras” ou Kage Bunshin no Jutsu, no original; um jutsu proibido que ele aprende logo no primeiro capítulo do mangá.

Veja também: Parte IParte IIIParte IV, Parte V, Parte VI.

Sempre Selvagem

Olá, Galerinha!

Esse domingo foi aquele dia em que ao dormir, percebemos que devemos ter engordado uns dez quilos. Foi o Dia das Mães e espero que todos tenham comemorado bastante com almoços e jantares fantásticos. Desejo um grande abraço a todas as mães por terem paciência conosco, os garotos que rolam dados mágicos e bagunçam a casa toda. Feliz Dia das Mães!

Agora vamos embarcar em mais uma viagem alucinante. A Estação das Brumas é um lugar oculto, um momento no tempo, uma resposta perdida e nosso trem segue rumo ao céu azul por uma miríade de mundos e idéias. Então vamos ficar de olhos bem abertos para não perdermos nada.

Naruto para Savage Worlds: Parte I – Personagens

Olá, pessoas!
Bem-vindos a mais uma quarta-feira no Santuário do Mestre. Semana passada foi bem atribulada para mim, e esta começou ainda mais ocupada, o que acabou por cortar boa parte do meu tempo livre para leitura e escrita. Mas isto não me impediu de participar na semana passada do Terças do RPG, o que já está virando rotina minha comentar sobre, seja por aqui ou no meu blog pessoal. De fato, minha mesa foi a única que ocorreu no evento, e a experiência foi extremamente satisfatória. Não vou entrar em detalhes, uma vez que a aventura que narrei será tema de uma postagem futura, por isso aguardem. Falando em postagens, em minha última aqui no site apresentei uma aventura one-shot e cinco fichas de personagem de Ryuutama para que vocês tenham uma melhor ideia de como funciona o sistema e possam testá-lo. Hoje, porém, resolvi voltar a um tema que já abordei no passado: adaptações. E a adaptação de hoje é mais do que especial, pois tratarei de um tema que domino bem. Estou falando de Naruto.

Veja também: Parte II, Parte III, Parte IV, Parte V, Parte VI.

Nova criatura para Savage Worlds – Predador Fantasma

Estávamos em pesquisa de campo desbravando novas terras — eu, Aiel, minha parceira, e como sempre, nosso fiel companheiro animal Mach, um excelente cão de guarda. Estávamos embarcados em uma carroça puxada por apenas um cavalo, que era o que a academia nos disponibilizava. No último mês adentramos as planícies a partir da cidade mais próxima e — nossa profissão? Desculpe não falar antes. Somos pesquisadores, catalogando novas especies de plantas e fungos, na busca incessante por novos ingredientes para novas poções e substitutos para as fórmulas já existentes.

A propósito, me chamo Limah.

Resenha: Weird Wars – Tour of Darkness

Benvindo à selva, soldados! Na resenha de hoje, vocês serão levados ao Vietnã no — até agora — último livro das Weird Wars (Quem sabe eles façam um com uma guerra no futuro, nunca se sabe).  Se está curioso pra ver os anteriores leia as resenhas de Weird Wars Rome, Weird Wars 1 e Weird Wars 2 (este último já em financiamento coletivo pelo Catarse).

Bom, vamos ao que interessa.

Final Fantasy Tactics para Savage Worlds

Olá Galerinha!

Em nosso último encontro, viajamos pelo mundo fantástico da franquia de jogos Final Fantasy. Tentei mostrar a vocês que era possível adapta-la para o nosso queridíssimo Savage Worlds. Desta vez, resolvi me aprofundar em um destes mundos — o mundo de Ivalice — que é apresentado nos jogos  Final Fantasy TacticsVagrant StoryFinal Fantasy XII e Tactics Advanced.

Apertem os cintos se deliciem com a paisagem, que a nossa viagem vai começar.

Resenha: Inverno Eterno

Bem vindo ao Inverno Eterno, onde a neve e o clima hostil não são para os fracos, um jogo de sobrevivência medieval com toques tecnológicos sutis, descrito pelos autores como “um cenário não pós-apocalíptico”, ele está como uma das metas a ser batidas no financiamento do Weird Wars 2 pelo Catarse.

Pegue suas vestimentas de frio e nos acompanhe nessa jornada pelo mundo de Ehlerrac.

Final Fantasy para Savage Worlds

Olá Galerinha!

Desta vez a nossa viagem não nos leva apenas a um mundo, mas sim a um universo de idéias. Quando criança, começando a conhecer os fantásticos jogos eletrônicos, me deparei com um titulo que até hoje considero um dos melhores — Final Fantasy. Durante muitos anos segui jogando a franquia e quando comecei no nosso delicioso hobby, que envolve papel e dados, tentei adaptá-lo para os sistemas que tinha em mãos à época, mas por diversos motivos, nunca dava certo. Agora, com a quantidade de sistemas que temos em nosso mercado, dos mais simples aos mais robustos, resolvi tentar mais uma vez.

Vamos lá!

Mouse Guard para Savage Worlds

Olá pessoas!
No mês passado eu postei aqui um texto falando sobre como Adaptar para RPG. De fato, as explicações que apresentei nele são complementos e funcionam em conjunto com a postagem do tio Petras sobre Adaptações e a série que meu amigo Leishmaniose vem postando sobre como adaptar regras de outros sistemas para o seu favorito. Hoje eu resolvi dar um exemplo de como adaptar pegando emprestado um cenário que citei no meu texto anterior. Estou falando do incrível Mouse Guard, que foi adaptado para o Crônicas RPG pelo nosso colega Hélio lá na Estação das Brumas. E o sistema alvo desta adaptação será o Savage Worlds, lançado aqui no país pela Retropunk.

Resenha do Weird Wars 2 (Guerras Estranhas) para Savage Worlds

Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos.
— Winston Churchill, Primeiro Ministro Britânico

 

Esta frase de Winton Churchill foi proferida em 10 de julho de 1940, ao fim da batalha na qual a Luftwaffe, comandada por Hermann Goering, tentava aniquilar a RAF – Força Aérea Britânica. Goering acreditava que conseguiria derrotar a RAF em quatro dias, para permitir a Operação Leão Marinho, que iniciaria a invasão da Inglaterra. Mas a batalha durou três meses, terminando milagrosamente com a retirada dos aviões alemães do cenário.