Narrando Weird Wars II – Savage Worlds

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.  

A Caixa do Lima essa semana faz uma rápida parada nos artigos sobre Espada & Feitiçaria com foco na produção autoral do Espada & Magia, um conjunto de regras rápidas para jogos ambientados nesse gênero literário com base nas obras de Robert E. Howard e Michael Moorcock — e assumindo um flerte com a obra de Lovecraft.

Venho apresentar aos leitores desta coluna algo que não faço há muito tempo — se é que um dia já fiz (mas acredito ter feito sim) — um relatório de experiência de mesa.

A experiência abordada a seguir é a campanha de Weird Wars II de Savage Worlds, que narrei de janeiro a maio de 2018, totalizando 9 sessões, em um grupo com média de 6 a 9 jogadores. Inicio com uma pequena resenha do livro, seguido de um breve relato de alguns dos melhores momentos da campanha, de dicas para os narradores que desejam narrar no cenário e os pontos positivos e negativos dessa experiência.

Aproveitando o ensejo, também apresento algumas referências para pesquisa e feedback dos jogadores.

Fullmetal Alchemist para Savage Worlds Parte II

Olá je suis Necrolas do Pontos de Ignição e trago a vocês hoje um material de suporte para jogadores e narradores que desejem enveredar no mundo de Fullmetal Alchemist. Com uma surpresinha no final pra galera que curte FATE.

Fullmetal Alchemist para Savage Worlds

Olá caros 1Dx leitores, je suis Necrolas do Ponto de Ignição, trago a vocês hoje como o titulo deixa a entender uma adaptação da animação japonesa Fullmetal Alchemist, onde conta a aventura de Edward Elric e seu irmão Alphonse Elric em busca de uma forma de voltarem ao normal.

Um Grito na Noite – Aventura de Persona 4 para Cortex Plus

Olá,

No dia 15 de outubro de 2017 ocorreu o evento Anima Con aqui na cidade de Natal/RN, um evento para fãs de animes e mangás, com espaço também para outras áreas afins, como o k-pop, card game, jogos eletrônicos, boardgame e RPG. Nós, do Mundos Colidem, fomos chamados para auxiliar na organização da parte de RPG, em parceria com a Ludobox que estava organizando a parte de boardgames. Por ser um evento de anime, foi decidido que todas as aventuras-prontas mestradas no evento seriam na ambientação de algum anime, escolhendo-se sistemas adequados para um jogo naquele cenário. Assim, levamos seis mesas: Blame!, mestrado por Lima no sistema do Savage Worlds; Boku no Hero, mestrado por Robson no sistema Icons; Naruto, mestrado por Tio Lipe no sistema do 3D&T Alpha; One Piece, mestrado por Joka no sistema do Open Legends; Fullmetal Alchemist, mestrado por Necrolas no sistema do Savage Worlds; e Persona 4, mestrado por mim, Leish, no sistema do Cortex Plus. Ainda na linha da postagem anterior, eu trago no capítulo de hoje, uma análise sobre o sistema Cortex Plus que tenho utilizado em meus jogos shounen, a aventura-pronta e as fichas de personagens que foram utilizadas – cujos experimentos acabaram resultando no Cortex Shounen, que você pode conferir clicando aqui.

Poderes para Savage Worlds

Olá, Galerinha!

Esses dias, como sempre, foram bem corridos, com muito material pendente, com leitura atrasada, com ideias abstratas e com uma miríade constante que forma uma torrente de ideias que ainda estão ganhando sentido.

A Estação das Brumas é uma coluna que está sempre em movimento. Uma estação pode ter diversos significados, desde o sentido retirado da obra que deu nome a esse espaço, como o nome do lugar que vamos quando queremos partir para um novo destino, físico ou abstrato.

África Século XXIII para Savage Worlds

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

 

Essa semana na Caixa do Lima (outrora Nomos), esta coluna onde que vos falo quinzenalmente, gostaria de entrar em um sistema — por puro atrevimento — cujas águas misteriosas mergulho lentamente, mas com algumas ideias fluindo neste oceano primordial. Como o título já adianta, estou falando do Savage Worlds (SW), um sistema que já está há alguns anos no mercado brasileiro, com um bom suporte de suplementos e cenários. Minhas primeiras experiências com o SW foram como jogador — e o sistema não me surpreendeu no ponto da empolgação e regras, pois tenho uma veia para coisas mais narrativistas — mas quando inverti a posição na mesa de jogo, e atuei como narrador em uma one-shot ambientada no universo de Blame!, as coisas mudaram e pude ver todo o potencial do sistema, que tem uma proposta simples e de fácil de adaptação para todos os cenários. Savage Worlds é uma ótima pedida para jogos rápidos, e quando digo rápidos não estou falando de jogos curtos — one-shots e aventuras rápidas — mas sim no sentido de que rapidamente conhecemos e dominamos as regras, construímos personagens e começamos a narrativa.

Analisando a criação de sistemas

Olá pessoas!
Bem-vindos a mais uma postagem do Santuário do Mestre. Para quem não lembra (ou não viu), há duas semanas eu falei sobre o Gaia RPG, o sistema que estou desenvolvendo para fantasias medievais e que pretendo que seja gratuito, aberto e acessível. Na postagem, eu comentei que o jogo ainda precisa da realização de alguns testes fechados para que possa ser distribuído, e justamente no dia 01 de outubro tivemos o nosso segundo playtest na primeira edição do novo evento aqui do site, o Encontros Mundos Colidem de RPG (ou apenas EMC). Não entrarei em detalhes, uma vez que este é um assunto para outra postagem, mas o resultado foi muito positivo e alguns ajustes já foram feitos e outros estão sendo analisados. Contudo, eu abri a postagem de hoje falando sobre isto pois o assunto que abordarei trata-se justamente do processo para a criação de sistemas.

Naruto para Savage Worlds: Parte VII – Equipamentos

Olá pessoas!
Durante o mês de julho eu passei por uma abstinência de jogos devido alguns problemas, o que me deixou com uma vontade inexorável de jogar qualquer coisa. Isso acabou me levando a devorar o PDF do Shadow of the Demon Lord (mesmo ainda sendo a versão prévia; hoje a versão final saiu e só estou esperando o meu exemplar físico para jogar), RPG financiado com sucesso pela Pensamento Coletivo em 2016 e sobre o qual eu fiz uma resenha aqui. De fato, esta pausa em julho me forçou a engavetar alguns projetos que tenho em mente, uma vez que ainda preciso narrar um RPG de Ryuutama, mas sinceramente espero que este segundo semestre seja longo o suficiente para que eu possa pô-los em prática. Mas chega de papo e vamos a mais uma postagem da minha adaptação de Naruto para Savage Worlds. Só para relembrar, ao longo das postagens eu falei sobre a ambientação geral, criação das personagens, jutsus e suas regras especiais, e finalizei a postagem passada tratando dos principais clãs de Konoha e suas peculiaridades. Hoje, o assunto que abordarei é o que chamaria de passo final para concluir a adaptação. Estou falando dos equipamentos e itens únicos do cenário de Naruto.

Veja também: Parte I, Parte II, Parte III, Parte IV, Parte V, Parte VI.

Adaptação de Hajime no Ippo para Savage Worlds

Olá galerinha, depois de anos de anotações e uma conversa com um dos integrantes aqui do site (valeu Txio), resolvi tirar do papel e mostrar pra vocês a adaptação desse mangá de boxe que parecia ser só mais um sobre o assunto e se mantém até hoje sendo publicado no Japão, apresento a vocês Hajime no Ippo. Pesquisei muito pra fazer essa matéria no Wikia do anime e de boxe, em sites sobre o assunto como federação rio-grandenseaqui também e no site Project.

Naruto para Savage Worlds: Parte VI – Clãs de Konoha

Olá pessoas!
Sejam bem-vindos a mais uma postagem do Santuário do Mestre e da minha adaptação de Naruto para Savage Worlds. Preparados para muito conteúdo? Pois é caros leitores, esta é de longe a maior de todas as postagens desta adaptação (e creio eu que o maior texto que já escrevi para um blog). Mas antes, vamos àquele exercício costumeiro de relembrar tudo o que já foi postado? Na primeira parte resumi a ambientação de Naruto e falei sobre como criar uma personagem para o cenário usando o SW. Na segunda parte apresentei as regras gerais sobre os Jutsus e listei as Técnicas de Chakra, Taijutsus e Genjutsus. Na terceira parte foi a vez de apresentar os Ninjutsus básicos e gerais do cenário. A quarta parte tratou exclusivamente dos Ninjutsus Elementais e suas peculiaridades. Na quinta parte falei sobre Jutsus Médicos e proibidos, além de aprofundar o entendimento sobre o Chakra e os Jutsus em si. Hoje falarei sobre os clãs ninja de Konoha e suas características especiais, desde Vantagens e Complicações novas e exclusivas, até suas técnicas de combate e Jutsus únicos. Lembrando sempre que eu uso como referência as informações contidas no livro da 1ª edição brasileira do SW publicada pela Retropunk em 2013. Certo? Então vamos lá!

Veja também: Parte IParte IIParte IIIParte IV e Parte V.