Analisando a criação de sistemas

Olá pessoas!
Bem-vindos a mais uma postagem do Santuário do Mestre. Para quem não lembra (ou não viu), há duas semanas eu falei sobre o Gaia RPG, o sistema que estou desenvolvendo para fantasias medievais e que pretendo que seja gratuito, aberto e acessível. Na postagem, eu comentei que o jogo ainda precisa da realização de alguns testes fechados para que possa ser distribuído, e justamente no dia 01 de outubro tivemos o nosso segundo playtest na primeira edição do novo evento aqui do site, o Encontros Mundos Colidem de RPG (ou apenas EMC). Não entrarei em detalhes, uma vez que este é um assunto para outra postagem, mas o resultado foi muito positivo e alguns ajustes já foram feitos e outros estão sendo analisados. Contudo, eu abri a postagem de hoje falando sobre isto pois o assunto que abordarei trata-se justamente do processo para a criação de sistemas.

Open Legend: RPG de licença aberta

Caros leitores, sejam bem vindos ao Espaço Mítico desta semana, desta vez trago a vocês uma resenha de um jogo de RPG em desenvolvimento lá fora que chamou bastante a minha atenção por uma série de características que o tornam único — a começar pela equipe de desenvolvimento de um cenário compatível que inclui Mathew Mercer, conhecido por ser dublador de diversos jogos e animações bem como narrador e youtuber do canal Critical Role; o lendário Ed Greenwood, que para resumir muito bem seu currículo, é o criador de Forgotten Realms (Reinos Esquecidos). O sistema é chamado de Open Legend RPG (que eu irei chamar aqui de OL), um sistema de fantasia épica genérica criado por Brian Feister e o Ish Stabosz.