É possível utilizar o RPG em sala de aula? [Parte 2]

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

Essa semana na Caixa do Lima, coluna na qual conversamos quinzenalmente, gostaria de dialogar novamente sobre o uso do RPG na educação. E dessa vez atendendo a pedidos do pessoal que entrou em contato após a postagem “É possível utilizar o RPG em Sala de Aula” que foi publicada em dezembro de 2017. Na referida postagem, faço um relato da minha experiência com o uso/tentativas do RPG na educação, desafios, dificuldades e acertos. Para começarmos recomendo a leitura do artigo anterior para os que estão lendo essa postagem, para acredito eu ter uma melhor compreensão do que está sendo debatido.

E por que tocar nesse assunto novamente? Após a postagem citada acima, ocorreu uma procura dos companheiros docentes que desejam utilizar o RPG em sala de aula, mediante esse fato, resolvi fazer essa postagem com algumas dicas básicas para quem quer começar a usar o RPG nas suas aulas.

AVISO

ESTE ARTIGO REPRESENTA
MINHA EXPERIÊNCIA COM O RPG
EM SALA DE AULA

Espada & Planeta [Sword & Planet]

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

Essa semana a Caixa do Lima vem com uma postagem curtinha, mas com uma “pequena” surpresa para os leitores desta coluna: mais um minijogo com o selo Mundos Colidem de qualidade, utilizando o sistema Lima Lite, o mesmo que dá vida aos outros jogos mínimos apresentados nesta coluna (como Sobreviventes, Cruzados e Potiguares). A família de minijogos do MC ganha mais um integrante, o Espada & Planeta

Regras Extras para Sobreviventes

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

Essa semana na Caixa do Lima, vamos falar sobre o Sobreviventes um minijogo narrativo de minha autoria criado com o sistema Lima Lite, que é uma simplificação do sistema usado no Medievo RPG: Fantasia Medieval na Baixa Idade Média, que desenvolvi em meados de 2015 visando atender as necessidades das aulas sobre o referido tema. O Sobreviventes está disponível para download no DriveThru RPG (clique aqui) nas versões inglês e português e no Dungeonist (clique aqui) em português, ambos no modo PWYW. A versão física do minijogo foi disponibilizada pela Fábrica Editora para os apoiadores do FC do Desmortos.

Regras de Sanidade para Espada & Magia

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

 

Nos capítulos anteriores da Caixa do Lima, tenho me dedicado à construção do Espada & Magia, um sistema de regras simples para emular jogos com a temática Espada & Feitiçaria, e nessa jornada para masmorras escuras, contra necromantes ensandecidos sigo na companhia do Mago Petras Furtado, munido de seus conhecimentos arcanos, enquanto o acompanho com o meu arco +3.

Nova Amsterdã Fate Acelerado: Os Mythos de Lovecraft Invadem o Nordeste Holandês

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

Nesse capítulo especial da Caixa do Lima, convido vocês a se imaginarem em uma vila costeira no nordeste brasileiro, durante a dominação holandesa, final da primeira metade do século XVII. Agora acrescente a essa vila, a particularidade de ter sido invadida pelo Mythos de H.P. Lovecraft, em uma amálgama com os seres do folclore local.

Bom, isso é Nova Amsterdã.

A aventura vai começar – Parte II

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

Primeiramente gostaria de desejar um feliz novo ciclo a todos que acompanham a Caixa do Lima, a todos os leitores do Mundos Colidem e aos amantes desse joguinho maravilhoso de rolar dados que surgiu há mais de quarenta anos. E nesse retorno/renascimento das atividades da Caixa, vamos atender a pedidos e falar de Fate, dando sequência a uma das postagens com grande feedback neste ano que se passou. E aproveitando o ensejo e oportunidade, e fazer o jabá para o nosso “Índice Mundos Colidem para FATE Acelerado“. É só clicar e ir para o abraço.

A Aventura vai Começar” foi publicada em 10 de fevereiro de 2017 e abordava dicas para os narradores começarem uma aventura no sistema Fate de forma dinâmica, com sugestões para o processo de construção de personagens, além de algumas pequenas dicas de organização da narrativa. Em A Aventura vai Começar – parte II, a proposta é dar um suporte aos narradores com algumas dicas que podem ser úteis na organização da aventura, e quem sabe, para seu sucesso, garantindo a diversão dos participantes.

É possível utilizar o RPG em sala de aula?

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

 

Essa semana na Caixa do Lima (outrora Nomos), esta coluna onde vos falo quinzenalmente (pelo menos me esforço para tanto), venho dialogar com meus poucos e fiéis leitores sobre o uso do RPG na educação.

AVISO:

ESSE ARTIGO RELATA A MINHA EXPERIÊNCIA COM O USO DO RPG EM SALA DE AULA

Desde o meu ingresso na docência por volta do ano de 2007, até os tempos atuais — já são mais de dez anos em sala de aula, até eu me assustei quando fiz essa conta — uma pergunta sempre me perseguiu:

é possível utilizar o RPG em sala de aula?

E após muitos anos de experiências com o RPG em sala de aula, nem tudo são rosas, nem todos os experimentos são exitosos ao longo de um tortuoso caminho de persistência e resistência para chegar ao que consegui hoje — que ainda não é o modelo ideal, mas já mostra muitos avanços na minha pesquisa.

Cruzados: Jornada à Terra Santa

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

Essa semana na Caixa do Lima (outrora Nomos), esta coluna onde que vos falo quinzenalmente, gostaria de apresentar para vocês o Cruzados: Jornada à Terra Santa, o segundo minijogo de minha autoria, dessa vez com uma temática medieval e bastante influenciado pelo Medievo RPG. Segundo minijogo? Mas cadê o primeiro? O primeiro minijogo produzido, Sobreviventes: um jogo minimalista de sobrevivência pós-apocalíptica, aborda um mundo devastado por um apocalipse zumbi. Para ambos os jogos, vocês só precisam de alguns pedaços de papel, lápis, borracha, um punhado de dados de seis lados — os famosos d6 — e uma cópia dos folhetos dos jogos.

Cruzados é um minijogo sobre a Jornada à Terra Santa, onde os jogadores são membros de uma cruzada cristã.

Cruzados, introdução.

Sobreviventes: um jogo minimalista de sobrevivência pós-apocaliptica

Sim, este é outro jogo sobre o apocalipse zumbi. A diferença é a sua proposta para jogos curtos e casuais, onde o jogador é uma sobrevivente, tentando alcançar um tipo de santuário cuja existência ela descobriu ao longo de sua jornada, através das histórias de outros sobreviventes. Mas a sua localização é desconhecida. Nada é certo.

— Sobreviventes

A Jornada do Narrador em Medievo

Olá eu sou o Lima, Raphael Lima.

 

Essa semana no Nomos, esta coluna que vos falo quinzenalmente daremos sequência a postagem sobre a Jornada do Herói no Medievo, dessa vez intitulada A Jornada do Narrador em Medievo. Na postagem anterior, abordamos a mecânica de construção de personagens e neste texto pretendo trazer algumas orientações para os narradores que pretendem narrar Medievo: um esboço sobre o tema e tom do cenário, dicas para a organização de uma aventura, interpretação e improviso, criando desafios e as ferramentas do narrador.