Regras de Sanidade para Espada & Magia

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

 

Nos capítulos anteriores da Caixa do Lima, tenho me dedicado à construção do Espada & Magia, um sistema de regras simples para emular jogos com a temática Espada & Feitiçaria, e nessa jornada para masmorras escuras, contra necromantes ensandecidos sigo na companhia do Mago Petras Furtado, munido de seus conhecimentos arcanos, enquanto o acompanho com o meu arco +3.

Construindo Cenários em Evolution Pulse – Zona 01917K

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

A Caixa do Lima essa semana continua após a pausa nas publicações do Espada & Magia (E&M), uma proposta de Regras Rápidas para o jogos do gênero Espada & Feitiçaria, que venho desenvolvendo com o Mago Petras Furtado, com base no Sistema de Regras para jogos mínimos Lima Lite, que serve como base aos outros jogos publicados aqui nessa coluna — Sobreviventes, Cruzados: Jornada à Terra SantaPotiguares: os Moradores do Rio Grande do Norte.

Trarei em breve novidades sobre Potiguares nas próximas semanas, e vocês podem encontrá-lo para download nas lojas virtuais do Mundos Colidem no DriveThruRPGDungeonist.

A parada na produção do E&M é por mais uma boa causa: venho compartilhar com vocês o método de construção colaborativa de cenário que realizei com o grupo de jogadores na organização da mini campanha de Evolution Pulse (EP), nomeada de O Que os Executores Ouvem, que começarei a narrar no próximo mês de julho de 2018, nos Encontros Mundos Colidem de RPG (EMC²), sempre contando com aquela ficha marota para os jogadores que aparecerem random, a fim de conhecer o jogo.

Dicas de Narrativa: Como Cuidar do seu NPC

Olá, pessoal!

Essa semana, vamos dar continuidade às nossas dicas de narrativa que iniciamos com o Dicas de Narrativa: Gênesis – O Céu e a Terra.

Hoje, iremos falar sobre a criação de personagens, mas não quaisquer personagens e sim os nossos queridos NPCs, aqueles que moldamos do barro com nossas próprias mãos e que devem servir a uma função narrativa em nosso jogo. Enquanto nosso próximo artigo será dedicado com detalhes e dicas importantes sobre como ajudar seus jogadores caso eles tenham dificuldade em criar um personagem e a manutenção desses PCs (playable characters) na sua história, hoje nós iremos conversar um pouco sobre os nossos próprios personagens em nossas campanhas e sua importância na narrativa.

Narrando Weird Wars II – Savage Worlds

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.  

A Caixa do Lima essa semana faz uma rápida parada nos artigos sobre Espada & Feitiçaria com foco na produção autoral do Espada & Magia, um conjunto de regras rápidas para jogos ambientados nesse gênero literário com base nas obras de Robert E. Howard e Michael Moorcock — e assumindo um flerte com a obra de Lovecraft.

Venho apresentar aos leitores desta coluna algo que não faço há muito tempo — se é que um dia já fiz (mas acredito ter feito sim) — um relatório de experiência de mesa.

A experiência abordada a seguir é a campanha de Weird Wars II de Savage Worlds, que narrei de janeiro a maio de 2018, totalizando 9 sessões, em um grupo com média de 6 a 9 jogadores. Inicio com uma pequena resenha do livro, seguido de um breve relato de alguns dos melhores momentos da campanha, de dicas para os narradores que desejam narrar no cenário e os pontos positivos e negativos dessa experiência.

Aproveitando o ensejo, também apresento algumas referências para pesquisa e feedback dos jogadores.

Dicas de Narrativa: Gênesis – O Céu e a Terra

Olá, pessoal!

Inicialmente, gostaria de me desculpar por ter sido tão apressada na semana passada e esquecido até de apresentar a mim e a minha coluna, como fui lembrada pelo Lipe! Eu sou a Cammy Nuwanda, jogadora de RPG por muito tempo, me atrevendo inclusive a narrar algumas aventuras volta ou outra por aí. Como tenho bastante experiência principalmente em Fóruns, onde se faz muito necessário conciliar sistema com uma narrativa mais rica e trabalhada, assim como é necessário um jogo de cintura para improvisação, esta coluna será voltada para ajudar princialmente os iniciantes no mundo da narrativa, tantos os mestres quanto os próprios jogadores, a mergulhar em campanhas que sejam divertidas e recompensadoras para ambas as partes!

Vilões, Equipamentos e Condições: Gaia Playtest

Sejam bem vindos 2d6 + bônus leitores! Eu sou o Joka, da Espaço Mítico. E hoje trago a continuação dos relatos da experiência do playtest do Gaia RPG. O foco do nosso relato é a Criação de Vilões; lidando com Equipamentos e como funciona o sistema de Condições 

A Importância da Narrativa em um Jogo de RPG

Como bons jogadores de RPG, todos nós costumamos nos preocupar com as regras, com os números, as mecânicas e os dados, que transformam nossos cenários em coisas vivas e dinâmicas, adicionando aquele realismo que é instigante na mesma medida em que é desafiante. São esses sistemas, já conhecidos nossos, que nos dão segurança e fazem o mundo que imaginamos saltar aos olhos e trabalhar bem como as engrenagens de um relógio, impulsionando os braços do tempo que gastamos planejando nossas campanhas.

Talvez a mecânica, as regras e o sistema que vamos usar sejam nossas primeiras e mais importantes preocupações, ao que mais nos dedicamos e, algumas vezes, nossa única preocupação. Debruçar sobre um sistema e transportar para ele personagens, aprender suas habilidades, como elas funcionam com as mecânicas, imaginar os cálculos dos dados para que tudo seja bem perfeito e quase automático, a perfeita máquina, funcionando quase automaticamente — e, quando isso acontece, nos traz um sorriso ao rosto e a sensação de um trabalho bem feito.

E então, alguns de nós, param por aí. Afinal, com todo o sistema e a mecânica prontos, as coisas devem quase caminhar sozinhas, certo?

Errado.

Criando cenário colaborativos: Gaia Playtest

Sejam bem vindos a mais um Espaço Mítico, eu sou o Joka e trago para vocês duas novidades interessantes: A primeira é que neste artigo discutirei algumas maneiras de se criar um cenário colaborativamente com os jogadores, tanto para gerar inspiração para as aventuras seguintes, como para servir de aproximação entre os jogadores e o cenário, o que é especialmente interessante para quem quer começar uma campanha nova e não sabe bem o que fazer ainda.

A outra é que tudo isso foi feito para celebrar o início de uma campanha de playtest do Gaia RPG.

A aventura vai começar – Parte II

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

Primeiramente gostaria de desejar um feliz novo ciclo a todos que acompanham a Caixa do Lima, a todos os leitores do Mundos Colidem e aos amantes desse joguinho maravilhoso de rolar dados que surgiu há mais de quarenta anos. E nesse retorno/renascimento das atividades da Caixa, vamos atender a pedidos e falar de Fate, dando sequência a uma das postagens com grande feedback neste ano que se passou. E aproveitando o ensejo e oportunidade, e fazer o jabá para o nosso “Índice Mundos Colidem para FATE Acelerado“. É só clicar e ir para o abraço.

A Aventura vai Começar” foi publicada em 10 de fevereiro de 2017 e abordava dicas para os narradores começarem uma aventura no sistema Fate de forma dinâmica, com sugestões para o processo de construção de personagens, além de algumas pequenas dicas de organização da narrativa. Em A Aventura vai Começar – parte II, a proposta é dar um suporte aos narradores com algumas dicas que podem ser úteis na organização da aventura, e quem sabe, para seu sucesso, garantindo a diversão dos participantes.

É possível utilizar o RPG em sala de aula?

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

 

Essa semana na Caixa do Lima (outrora Nomos), esta coluna onde vos falo quinzenalmente (pelo menos me esforço para tanto), venho dialogar com meus poucos e fiéis leitores sobre o uso do RPG na educação.

AVISO:

ESSE ARTIGO RELATA A MINHA EXPERIÊNCIA COM O USO DO RPG EM SALA DE AULA

Desde o meu ingresso na docência por volta do ano de 2007, até os tempos atuais — já são mais de dez anos em sala de aula, até eu me assustei quando fiz essa conta — uma pergunta sempre me perseguiu:

é possível utilizar o RPG em sala de aula?

E após muitos anos de experiências com o RPG em sala de aula, nem tudo são rosas, nem todos os experimentos são exitosos ao longo de um tortuoso caminho de persistência e resistência para chegar ao que consegui hoje — que ainda não é o modelo ideal, mas já mostra muitos avanços na minha pesquisa.