Um Grito na Noite – Aventura de Persona 4 para Cortex Plus

Olá,

No dia 15 de outubro de 2017 ocorreu o evento Anima Con aqui na cidade de Natal/RN, um evento para fãs de animes e mangás, com espaço também para outras áreas afins, como o k-pop, card game, jogos eletrônicos, boardgame e RPG. Nós, do Mundos Colidem, fomos chamados para auxiliar na organização da parte de RPG, em parceria com a Ludobox que estava organizando a parte de boardgames. Por ser um evento de anime, foi decidido que todas as aventuras-prontas mestradas no evento seriam na ambientação de algum anime, escolhendo-se sistemas adequados para um jogo naquele cenário. Assim, levamos seis mesas: Blame!, mestrado por Lima no sistema do Savage Worlds; Boku no Hero, mestrado por Robson no sistema Icons; Naruto, mestrado por Tio Lipe no sistema do 3D&T Alpha; One Piece, mestrado por Joka no sistema do Open Legends; Fullmetal Alchemist, mestrado por Necrolas no sistema do Savage Worlds; e Persona 4, mestrado por mim, Leish, no sistema do Cortex Plus. Ainda na linha da postagem anterior, eu trago no capítulo de hoje, uma análise sobre o sistema Cortex Plus que tenho utilizado em meus jogos shounen, a aventura-pronta e as fichas de personagens que foram utilizadas.

Poderes para Savage Worlds

Olá, Galerinha!

Esses dias, como sempre, foram bem corridos, com muito material pendente, com leitura atrasada, com ideias abstratas e com uma miríade constante que forma uma torrente de ideias que ainda estão ganhando sentido.

A Estação das Brumas é uma coluna que está sempre em movimento. Uma estação pode ter diversos significados, desde o sentido retirado da obra que deu nome a esse espaço, como o nome do lugar que vamos quando queremos partir para um novo destino, físico ou abstrato.

Como Treinar Seu Sistema IV – Sobre Criar seu Sistema, OGLs, Creative Commons e outras Licenças

Olá,

Saudações, caríssimos 2d8 leitores! Nos capítulos anteriores eu falei sobre os cenários de D&D elaborados pela TSR e pela WotC – e dei uma aprofundada em um dos meus xodós no último capítulo, o “Masque of the Red Death” que apresenta regras para jogar D&D na Era Vitoriana. Eu pretendo, nos próximos capítulos, falar sobre outros cenários e, se possível, trazer adaptações para a 5ª edição – seja autoral ou alguma adaptação encontrada na internet. Porém, neste capítulo eu trago um assunto que surgiu em uma discussão que presenciei semana retrasada, sobre criação de um sistema próprio de RPG. Vou aproveitar e falar um pouco sobre a OGL, o Creative Commons e as demais licenças de alguns sistemas de RPG, sobre os quais muitas pessoas têm curiosidade de como funcionam e cujo conhecimento são essenciais para quem deseja criar seu próprio sistema.