Duelando em Amber (e mais RPGs sem dados, cartas, Jenga ou dança)

Na série de posts sobre jogar RPG sem dados, iniciamos com a proposta de Erick Wujcik, que culmina com a elaboração de Amber Diceless RPG (ADRPG) em 1991, depois passamos para o destaque de alguns elementos narrativos do cenário de Amber e aspectos da criação de personagem.

Hoje vamos comentar sobre a resolução de conflitos em Amber, considerando como o cenário e a sua mitologia, ou metafísica (as causas primeiras e categorias fundamentais, descritas em Todos os Caminhos levam à Amber), podem tornar interessantes os impasses em jogo. Dependendo da importância para o andar da estória, os combates podem ser modulados de simples e minimalistas a complexos e detalhados em termos de táticas e de narrativa.

Todos os Caminhos levam a Amber

No nosso último encontro no Mecanismo Obscuro, foi apresentada a posição “radical” de Erick Wujcik sobre o RPG com e sem dados a partir da sua rica experiência em um jogo de D&D no final dos anos de 1970, aqui. Em 1991 Wujcik publicou o Amber Diceless RPG (ADRPG), o primeiro e provavelmente mais consagrado RPG sem dados. Hoje vamos explorar alguns aspectos do ADRPG focando em como o universo de fantasia da série Amber, do escritor estadunidense Roger Zelazny, forneceu um rico cenário para o desenvolvimento das regras propostas por Wujcik, e de que maneira as premissas iniciais das Crônicas de Amber se configuraram em um modo inovador para a criação de personagens.

Jogando Hikikomori: Amiga Otaku, Lolicon e Vaporwave

Para terminar a série sobre o jogo Hikikomori, vamos percorrer uma sessão completa que corresponde a uma semana da vida do personagem. Como vimos na apresentação geral desse jogo, hikikomori é um termo em japonês para usado para definir fenômeno contemporâneo, um problema tanto social quando de saúde pública que cresce em muitos países. O jogo e Ewen Cluney, que foi traduzido para o português (e recentemente revisado) procura fornecer uma mecânica que permita o desenvolvimento de uma narrativa sobre a semana agitada de uma pessoa (geralmente jovem) que está na condição de um hikikomori. Segue a descrição da partida a seguir…

O que rolou na semana Yang (05 a 11 de março) do Mundos Colidem

Olá,

 

Um Auspicioso Domingo a todos! Há algum tempo eu vinha conversando com o pessoal do site Mundos Colidem sobre a realização de uma postagem nos finais de semana que desse uma palhinha sobre o que foi postado na semana anterior. Assim, o pessoal que não pôde nos acompanhar durante a semana e que tem um tempo mais livre no final de semana poderia se inteirar sobre o conteúdo que foi apresentado. Além disso, a postagem também relataria sobre alguns projetos do grupo, eventos e “otras cositas más” – como dicas rápidas e extras. O pessoal curtiu a ideia e hoje tem início este microprojeto no site Mundos Colidem.

Hikikomori – Tradução

No nosso último encontro, exploramos um pouco do jogo Hikikomori, de Ewen Cluney. Nesse segundo post, ao invés de escrever como foi o meu jogo solo, ou minha “aventura de uma semana” com um personagem hikikomori, decidi arriscar uma tradução do jogo, gentilmente incentivada pelo autor. 

Como Treinar seu Sistema: adaptando regras

Olá,

 

Saudações, 2d8 leitores! Trago esta semana pra vocês um artigo que escrevi para o site Toca do Hutt, em meados de 2013. Na verdade, ele foi o primeiro de um pequeno grupo de artigos que pretendiam auxiliar na adaptação de mecânicas de alguns sistemas para outros. Ou seja, não será uma adaptação da animação Como treinar seu Dragão, da produtora Dreamworks, pra algum sistema de RPG. Na verdade, é um trocadilho com adaptações (treino) em sistemas tradicionais (dragões, em homenagem ao D&D – Dungeons & Dragons – o mais tradicional dos sistemas de RPG).

ひきこもり (Hikikomori) 

Hikikomori é um “RPG solo” escrito em 2006 por Ewen Cluney para competir em um desafio chamado RPG de 24 horas. Vamos conhecer um pouco desse jogo para se jogar sozinho e introduzir o tema que dá base para a ficção, sua inspiração na literatura, no mangá e no anime.