Lá e De Volta Outra Vez – Montanhas para D&D 5.0

Olá,

Saudações, 2d8 leitores! A série “Lá e De Volta Outra Vez” vem apresentando regras, informações e mecânicas para o pilar de exploração da quinta edição do D&D: No primeiro capítulo da série, o “Viagens para D&D 5” (que você pode ler clicando aqui), foram apresentadas mecânicas para jogos que possuam maior foco em viagem, como papéis de viagens para os personagens, testes e consequências, dificuldades de terrenos e climas; No segundo capítulo da série, o “Desertos para D&D 5” (que você pode ler clicando aqui), houve um aprofundamento sobre o Deserto, viagens realizadas através de um, testes necessários para sobrevivência, bem como os perigos e ameaças desse tipo de terreno. No terceiro capítulo da série, o “Florestas para D&D 5” (que você pode ler clicando aqui), com detalhes sobre as Florestas e as Selvas, os testes necessários para sobrevivência e viagens nelas, e, por fim, os perigos e ameaças desse tipo de terreno. Neste quarto capítulo falaremos das Montanhas.

Capítulos da série “Lá e De Volta Outra Vez”: Viagens, Desertos, Florestas, Montanhas, Cavernas.

Ideias de narração diretas do DMG 4ª Edição

Saudações, aventureiros.

Há pouco tempo me questionei sobre a validade das dicas de narração provenientes de outros sistemas e, independente das edições, as dicas continuam sempre válidas.

No artigo de hoje vou trazer algumas dicas apresentadas no Livro do Mestre do D&D 4ª Edição, que ao contrário do que alguns pensam, não está morto, e a despeito do que um grupo de jogadores acredite, trouxe muitas dicas legais sobre narração — e é sobre ela que vou falar.

Da mesma forma que um escritor de romance, peça ou filme, o mestre cumpre o papel essencial de contar aos jogadores o que está acontecendo no mundo do jogo. Para que o jogo funcione bem, é necessário fornecer uma boa descrição para que os jogadores montem a cena em suas imaginações.

Lá e De Volta Outra Vez – Florestas e Selvas para D&D 5.0

Olá,

 

Saudações, 2d8 leitores! Nos capítulos anteriores do Lugar Nenhum foram apresentadas regras, informações e mecânicas para um maior aprofundamento do pilar de exploração da quinta edição do D&D através da série “Lá e De Volta Outra Vez”: No primeiro capítulo da série, o Viagens para D&D 5, foram apresentadas mecânicas para jogos que possuam maior foco em viagem, como papéis de viagens para os personagens, testes e consequências, dificuldades de terrenos e climas; No segundo capítulo da série, o Desertos para D&D 5, houve um aprofundamento sobre o Deserto, viagens realizadas através de um, testes necessários para sobrevivência, bem como os perigos e ameaças desse tipo de terreno. Neste terceiro capítulo falaremos das Florestas, com um trecho especial voltado para as Selvas.

Capítulos da série “Lá e De Volta Outra Vez”: Viagens, Desertos, Florestas, Montanhas, Cavernas.

Guilda de Ladrões: Os Ladrões das Sombras

Saudações, aventureiros.

Os históricos dos personagens (backgrounds) de Dungeons & Dragons 5e, tem a função de conectá-los ao mundo no qual suas aventuras se desenvolverão, fornecendo também algumas vantagens, contudo estas são concedidas apenas em uma escala inicial e são as organizações que passam a cumprir este papel nos níveis mais elevados.

No artigo anterior falei um pouco sobre as Guildas de Ladrões e hoje apresentarei um exemplo de guilda, criada a partir das recomendações apresentadas no Dungeon Master’s Guide e inspirado na mais famosa guilda de ladrões dos Reinos Esquecidos.

Lá e De Volta Outra Vez – Desertos para D&D 5.0

Olá,

 

Saudações, 2d8 leitores! No capítulo anterior, “Lá e De Volta Outra Vez – Viagens para D&D 5.0”, eu apresentei mecânicas para jogos que possuam um foco maior em viagens: papéis de viagens para os personagens; testes a serem realizados durante a viagem e consequências de sucessos e falhas; classes de dificuldade variando de acordo com o clima e o tipo de terreno. Entretanto, existem alguns tipos de terrenos com elementos que podem ser melhores explorados nos jogos, não sendo somente uma Classe de Dificuldade a ser superada em testes. A série “Lá e De Volta Outra Vez” vai ter continuidade apresentando alguns desses tipos de terrenos, sendo o primeiro escolhido o Deserto.

Capítulos da série “Lá e De Volta Outra Vez”: Viagens, Desertos, Florestas, Montanhas, Cavernas.

Guilda de ladrões

Elas estão um pouco sumidas das edições mais recentes de Dungeons & Dragons, mas já desempenharam um papel importante em edições anteriores.

As referências às Guildas de Ladrões são encontradas esparsamente no Player’s Handbook e algumas poucas referências no Dungeon Masters Guide da 5ª edição, mas definitivamente, quase nada é dito sobre elas.

No artigo de hoje vamos falar um pouco sobre as guildas de ladrões e como elas se encaixam em um cenário medieval.

Lá e De Volta Outra Vez – Viagens para D&D 5.0

Olá,

Saudações, 2d8 leitores! Na Introdução do Livro do Jogador da 5ª edição do D&D há um trecho falando sobre os três principais pilares de aventuras do D&D: Combate, Exploração e Interação. Sobre o pilar da Exploração, no PHB, tanto do Basic quanto do D&D (O link pra baixar o Basic gratuitamente encontra-se aqui), encontramos o seguinte trecho:

Exploração inclui os movimentos dos aventureiros pelo mundo, como suas interações com objetos e situações que pedem sua atenção. A exploração é um momento de troca entre os jogadores, você diz o que quer que seu personagem faça e o Mestre diz o que acontece como resultado daquela ação. Em uma visão mais ampla, isso pode envolver os personagens gastando um dia na travessia de morro acidentado ou uma hora ao atravessar o subterrâneo de uma caverna. Em outra ótica, pode significar um personagem puxando uma alavanca em uma masmorra para ver o que acontece”.

(D&D Basic, tradução feita pela Rede RPG na comunidade do D&D Next no Facebook)

Capítulos da série “Lá e De Volta Outra Vez”: Viagens, Desertos, Florestas, Montanhas, Cavernas.

Um monstro, uma campanha

Para o artigo desta semana, havia pensado em fazer uma conversão do personagem Adão, Senhor Sombrio de Ravenloft para a quinta edição, mas percebi que não valeria o esforço, pois o que eu faria não seria uma conversão, mas um ou dois ajustes.

Pensei então em falar sobre “o sistema não importa”, mas aí percebi que isso só levaria a discussões desnecessárias e então me lembrei de um artigo que escrevi um tempo atrás e que repostei no Diário de Campanha sobre os Valpurgeist, criaturas típicas de Ravenloft e que me inspirou para este artigo.

A Campanha de Ravenloft

Olá,

 

O pessoal que me conhece, ou pelo menos acompanha as postagens do Lugar Nenhum há tempo suficiente, sabe do meu amor pelo cenário de Ravenloft (do qual falei um pouco aqui, no Guiamaniose de Cenários da TSR e da WotC). Ravenloft sempre me cativou por, em meio a tantos cenários de ação e aventura de D&D, evocar o tom de horror e a temática gótica em sua ambientação e aventuras. Posteriormente, esse estilo seria chamado de Dark Fantasy e se tornaria proeminente em outras mídias, como The Witcher, Dragon Age, Goblin Slayer e Berserker. E, apesar de haver combates e certamente algumas mortes sangrentas, o foco em Ravenloft sempre foi maior no horror, na sutileza mental, na reflexão do elemento humano, de suas ações e das consequências para ele e para o mundo. Porém, apesar de fascinante, o estilo de jogo evocado por Ravenloft nunca foi de fácil condução. É preciso um pouco de conhecimento sobre o gênero de horror e a temática gótica, principalmente os clássicos utilizados como inspiração para a criação do cenário, além, claro, da habilidade de narrativa para que o jogo tenha um tom próximo ao esperado de uma história gótica. Procurando orientar aos jogadores e mestres que queriam se aventurar nas sombrias terras das brumas, no livro de Ravenloft para D&D 3ª edição publicada pela Sword & Sorcery, uma filial de jogos fantasy da White Wolf, foram dedicadas algumas páginas abordando o assunto. E é justamente este trecho do livro, que ainda pode ser encontrado em sebos, que eu trago para vocês neste capítulo do Lugar Nenhum.

Como Treinar Seu Sistema IV – Sobre Criar seu Sistema, OGLs, Creative Commons e outras Licenças

Olá,

Saudações, caríssimos 2d8 leitores! Nos capítulos anteriores eu falei sobre os cenários de D&D elaborados pela TSR e pela WotC – e dei uma aprofundada em um dos meus xodós no último capítulo, o “Masque of the Red Death” que apresenta regras para jogar D&D na Era Vitoriana. Eu pretendo, nos próximos capítulos, falar sobre outros cenários e, se possível, trazer adaptações para a 5ª edição – seja autoral ou alguma adaptação encontrada na internet. Porém, neste capítulo eu trago um assunto que surgiu em uma discussão que presenciei semana retrasada, sobre criação de um sistema próprio de RPG. Vou aproveitar e falar um pouco sobre a OGL, o Creative Commons e as demais licenças de alguns sistemas de RPG, sobre os quais muitas pessoas têm curiosidade de como funcionam e cujo conhecimento são essenciais para quem deseja criar seu próprio sistema.