Pugmire e minhas primeiras impressões

Olá pessoas!
Aqui é o Tio Lipe e bem-vindos novamente ao Santuário do Mestre. Em minha última postagem, eu falei um pouco sobre o processo para a criação de um sistema, focando nas inspirações que geralmente temos quando pretendemos criar um. Hoje, contudo, farei uma nova resenha, mas especificamente de um jogo com uma premissa interessante e um sistema bem conhecido pela maioria dos RPGistas. Estou falando do Pugmire, que tive a oportunidade de testar domingo passado no Encontros Mundos Colidem de RPG, evento que realizamos aqui em Natal toda semana.

Entre Escrita, World RPG Fest e Garotas Mágicas

Olá,

Escrever é um exercício que exige prática. Sim, há a necessidade de saber colocar de forma clara as ideias amorfas que estão no pensamento, afinal a escrita é um ato de comunicação – mesmo que seja de você para com você mesmo – mas ela exige prática, hábito. É preciso estar habituado a sentar de frente pra tela do computador ou pra uma folha de papel e não se perder no vazio que ela apresenta. É preciso estar habituado a utilizar aquele vazio pra moldar em palavras as ideias que flutuam em sua mente. Obviamente há técnicas que auxiliam a escrever, como uma grande quantidade de leitura, saber a que público está se dirigindo, o domínio ortográfico do idioma, etc., mas se você não tiver o hábito, a prática, tais técnicas se perdem. É por isso que pra quem não vive da escrita, quem não paga as contas com o dinheiro que recebe por escrever, quem escreve de forma amadora ou por hobby, a prática, o hábito da escrita vem do prazer, do gosto por ela.

E, às vezes, eu esqueço disso. E por esquecer, acabo soterrado por questões e elementos que não têm importância por eu escrever por hobby, resultando até em sintomas similares ao de bloqueio do escritor. Pra minha sorte, sou abençoado com pessoas em minha vida que aqui e ali, mesmo sem saber que o fazem, me desenterram dessas coisas e eu acabo relembrando que escrevo porque gosto, não porque preciso fazer pra ganhar dinheiro pra conseguir pagar as contas do mês. E o agradecimento desta vez vai pra Nina Bichara, eterna colega do Toca do Hutt, que atualmente escreve pro Garotas Geeks e você pode encontrá-la em alguns streams de RPG, além de colaborando na Dragão Brasil e atuando como editora da Aster (que já iniciou seu mais recente financiamento coletivo, do Sombras Urbanas, que você pode encontrar aqui). Obrigado, Nina! E #FicaNina!

As ferramentas que me auxiliam na condução de campanhas de RPG

Saudações, aventureiros.

No artigo de hoje do Enclave do Arquimago, vou falar um pouco sobre como faço o planejamento de minhas sessões, incluindo as ferramentas que utilizo, portanto, teremos um artigo mais voltado para mestres iniciantes.

Os exploradores de hexágonos: Recursos

Os exploradores de hexágonos é uma série de postagens sobre a modalidade de campanha conhecida como hexcrawl-sandbox. Aqui, veremos alguns links sobre o assunto para quem quiser aprofundar sobre o tema, bem como sugestões de materiais para usar na hora de construir seu próprio cenário de exploração hexagonal. A Espaço Mítico é uma coluna escrita pelo colaborador e membro do coletivo Mundos Colidem, Gilberto “Joka” Olimpio, e apresenta um material mais técnico, voltado para ferramentas de mestragem, resenhas, Teoria do RPG e dicas para iniciantes.

Esteja Preparado: Magos Iniciantes

Saudações, aventureiros.

Após narrar uma aventura old school nas férias, me deparei com uma situação que, pela primeira vez jogando esses sistemas, me fez questionar se os magos são realmente inúteis nos primeiros níveis ou se os jogadores apenas não se preparam para as primeiras aventuras de forma adequada.

Este é o tema da matéria do Enclave do Arquimago desta semana.

Os exploradores de hexágonos: Introdução

Sejam bem vindos a Espaço Mítico desta semana! Após um hiato de quase um mês, voltamos as atividades trazendo uma nova série de postagens que vão ocorrer paralelas ao desenvolvimento do Nova Amsterdã 1646, apelidada de Os Exploradores de Hexágonos. O título estranho da coluna é uma referência direta a um estilo narrativo que remonta aos velhos tempos do Original Dungeons & Dragons (OD&D) e velho conhecido do pessoal Old School Renaissance (OSR) que se perdeu ao longo do desenvolvimento do RPG, mas que tem retomado fôlego nos fóruns e listas de discussão mundo afora: a chamada campanha hexcrawl. Resolvemos abordar este tema aqui devido a incrível série de postagens do nosso amigo e colaborador do blog, Leish, chamada Lá e De Volta Outra Vez que aborda parte do tema principal aqui apresentado que é as regras sobre viagens em ambientes selvagens.

Especialista, Assassino ou Ladrão?

Saudações, aventureiros.

Hoje vou falar brevemente – não tenho o talento para produzir compêndios com os demais colunistas do MC – sobre o Especialista, uma das quatro classes do Lamentations of the Flame Princess (LotFP) e normalmente chamamos de ladino.

A questão, é que essa classe consegue ser muito mais do que um simples ladino.

Lá e De Volta Outra Vez – Montanhas para D&D 5.0

Olá,

Saudações, 2d8 leitores! A série “Lá e De Volta Outra Vez” vem apresentando regras, informações e mecânicas para o pilar de exploração da quinta edição do D&D: No primeiro capítulo da série, o “Viagens para D&D 5” (que você pode ler clicando aqui), foram apresentadas mecânicas para jogos que possuam maior foco em viagem, como papéis de viagens para os personagens, testes e consequências, dificuldades de terrenos e climas; No segundo capítulo da série, o “Desertos para D&D 5” (que você pode ler clicando aqui), houve um aprofundamento sobre o Deserto, viagens realizadas através de um, testes necessários para sobrevivência, bem como os perigos e ameaças desse tipo de terreno. No terceiro capítulo da série, o “Florestas para D&D 5” (que você pode ler clicando aqui), com detalhes sobre as Florestas e as Selvas, os testes necessários para sobrevivência e viagens nelas, e, por fim, os perigos e ameaças desse tipo de terreno. Neste quarto capítulo falaremos das Montanhas.

Capítulos da série “Lá e De Volta Outra Vez”: Viagens, Desertos, Florestas, Montanhas, Cavernas.

Lá e De Volta Outra Vez – Florestas e Selvas para D&D 5.0

Olá,

 

Saudações, 2d8 leitores! Nos capítulos anteriores do Lugar Nenhum foram apresentadas regras, informações e mecânicas para um maior aprofundamento do pilar de exploração da quinta edição do D&D através da série “Lá e De Volta Outra Vez”: No primeiro capítulo da série, o Viagens para D&D 5, foram apresentadas mecânicas para jogos que possuam maior foco em viagem, como papéis de viagens para os personagens, testes e consequências, dificuldades de terrenos e climas; No segundo capítulo da série, o Desertos para D&D 5, houve um aprofundamento sobre o Deserto, viagens realizadas através de um, testes necessários para sobrevivência, bem como os perigos e ameaças desse tipo de terreno. Neste terceiro capítulo falaremos das Florestas, com um trecho especial voltado para as Selvas.

Capítulos da série “Lá e De Volta Outra Vez”: Viagens, Desertos, Florestas, Montanhas, Cavernas.

Guilda de Ladrões: Os Ladrões das Sombras

Saudações, aventureiros.

Os históricos dos personagens (backgrounds) de Dungeons & Dragons 5e, tem a função de conectá-los ao mundo no qual suas aventuras se desenvolverão, fornecendo também algumas vantagens, contudo estas são concedidas apenas em uma escala inicial e são as organizações que passam a cumprir este papel nos níveis mais elevados.

No artigo anterior falei um pouco sobre as Guildas de Ladrões e hoje apresentarei um exemplo de guilda, criada a partir das recomendações apresentadas no Dungeon Master’s Guide e inspirado na mais famosa guilda de ladrões dos Reinos Esquecidos.