Lá e De Volta Outra Vez – Viagens para D&D 5.0

Olá,

Saudações, 2d8 leitores! Já na Introdução do Livro do Jogador da 5ª edição do D&D, há um trecho falando sobre os três principais pilares de aventuras do D&D: Combate, Exploração e Interação. Sobre o pilar da Exploração, no PHB, tanto do Basic quanto do D&D (O link pra baixar o Basic gratuitamente encontra-se aqui), encontramos o seguinte trecho:

Exploração inclui os movimentos dos aventureiros pelo mundo, como suas interações com objetos e situações que pedem sua atenção. A exploração é um momento de troca entre os jogadores, você diz o que quer que seu personagem faça e o Mestre diz o que acontece como resultado daquela ação. Em uma visão mais ampla, isso pode envolver os personagens gastando um dia na travessia de morro acidentado ou uma hora ao atravessar o subterrâneo de uma caverna. Em outra ótica, pode significar um personagem puxando uma alavanca em uma masmorra para ver o que acontece”.

(D&D Basic, tradução feita pela Rede RPG na comunidade do D&D Next no Facebook)

 

A Campanha de Ravenloft

Olá,

 

O pessoal que me conhece, ou pelo menos acompanha as postagens do Lugar Nenhum há tempo suficiente, sabe do meu amor pelo cenário de Ravenloft (do qual falei um pouco aqui, no Guiamaniose de Cenários da TSR e da WotC). Ravenloft sempre me cativou por, em meio a tantos cenários de ação e aventura de D&D, evocar o tom de horror e a temática gótica em sua ambientação e aventuras. Posteriormente, esse estilo seria chamado de Dark Fantasy e se tornaria proeminente em outras mídias, como The Witcher, Dragon Age, Goblin Slayer e Berserker. E, apesar de haver combates e certamente algumas mortes sangrentas, o foco em Ravenloft sempre foi maior no horror, na sutileza mental, na reflexão do elemento humano, de suas ações e das consequências para ele e para o mundo. Porém, apesar de fascinante, o estilo de jogo evocado por Ravenloft nunca foi de fácil condução. É preciso um pouco de conhecimento sobre o gênero de horror e a temática gótica, principalmente os clássicos utilizados como inspiração para a criação do cenário, além, claro, da habilidade de narrativa para que o jogo tenha um tom próximo ao esperado de uma história gótica. Procurando orientar aos jogadores e mestres que queriam se aventurar nas sombrias terras das brumas, no livro de Ravenloft para D&D 3ª edição publicada pela Sword & Sorcery, uma filial de jogos fantasy da White Wolf, foram dedicadas algumas páginas abordando o assunto. E é justamente este trecho do livro, que ainda pode ser encontrado em sebos, que eu trago para vocês neste capítulo do Lugar Nenhum.

Raças de Mass Effect para Dungeons and Dragons 5ed

Olá galera, DnD 5ed em alta no Pontos de Ignição venho hoje até vocês apresentar as algumas raças de Mass Effect para vocês: Asari, Batarian, Drell, Krogan, Quarians, Salarians, Turians e Volus. As raças aqui são minhas impressões sobre elas baseadas em gameplays dos jogos da franquia e na wikia, aqui adaptadas de forma (habilidades e poderes de raça) que possam ser jogadas em mesas medievais.

Raças de Dragonlance para D&D 5ª Edição

Olá galera, mudando um pouco de sistemas, vou apresentar a adaptação de algumas raças do cenário de Dragonlance (que amo muito dentre os outros existentes e deixei guardado há muito tempo na gaveta) para o sistema Dungeons and Dragons 5ed — sei que existem diversas adaptações por ai, muitas delas estão em inglês, então aqui estará minha visão sobre elas e não a oficial traduzida, entendido isso então vamos a elas que serão: os Irda, os Gully, os meio-anões(esse aqui é um bônus porque não existem no mundo de Krynn), Thanoi e os Ursoi. Antes de começarmos e é novo nos cenários cenários de D&D, você pode iniciar sua leitura no Guiamaniose.

Como Treinar seu Sistema III – Objetivos

Olá,

Salve, Salve, 2d8 leitores! Peço perdão pelo atraso da postagem, é que ontem eu estava completamente destruído quando cheguei da viagem que fiz pra Sampa no final de semana. Por mais que eu tivesse uma idéia do que fazer, o desgaste não me permitiu mais do que tentar recuperar o sono perdido. No último capítulo, tivemos uma adaptação de Mouse Guard para D&D 5.0, realizando minha participação na formação sentai com a adaptação de Hélio pra Crônicas RPG e do Tio Lipe para Savage Worlds – e, dizem as lendas, a adaptação pra FAE que Joka trará na sua coluna. Neste capítulo retomarei a série “Como Treinar Seu Dragão Seu Sistema”, que tem como objetivo auxiliar na adaptação de regras, mecânicas e conceitos de um sistema para o outro.

Mouse Guard para D&D 5.0

Olá,

Saudações, 2d8 leitores! Não sei se vocês observaram, mas a Estação das Brumas é a coluna que alterna comigo nas terças – ela é postada na semana yang e a minha é postada na semana yin. E assim como a minha coluna, o foco da Estação das Brumas é mais voltado para adaptações de materiais. Nas últimas postagens, o cenário de Mouse Guard foi adaptado para Crônicas RPG: A parte 1 abordou o cenário e as regras para personagens (clica aqui pra conferir); A parte 2 abordou os lugares e perigos do mundo dos pequeninos (clica aqui pra conferir); E, por fim, a parte 3 abordou um pouco da história, lendas e bestiário dos territórios protegidos pela Guarda (clica aqui pra conferir). Pra quem não conhece, Mouse Guard teve um dos seus arcos traduzido e publicado aqui no Brasil pela editora Devir com o título de “Pequenos Guardiões” – pode ainda ser encontrada à venda na internet, basta caprichar no Google-Fu e na garimpagem em site de vendas de usados.

Como Treinar seu Sistema II: Entre Testes e Resultados

Olá,

 

Saudações, 2d8 leitores! No capítulo anterior do Lugar Nenhum eu trouxe o primeiro artigo da série Como Treinar Seu Dragão Sistema. Publicada originalmente no site Toca do Hutt, esta série tinha como objetivo auxiliar na adaptação de regras e conceitos de um sistema para o outro – principalmente sistemas indies que possuem mecânicas mais focadas e que podem ser bem adaptadas pra sistemas mais mainstream. Como no capítulo anterior, antes de prosseguir, vou falar sobre algumas definições que são importantes para a compreensão deste artigo – e caso você já tenha lido no capítulo anterior, pode pular os dois próximos parágrafos.

Como Treinar seu Sistema: adaptando regras

Olá,

 

Saudações, 2d8 leitores! Trago esta semana pra vocês um artigo que escrevi para o site Toca do Hutt, em meados de 2013. Na verdade, ele foi o primeiro de um pequeno grupo de artigos que pretendiam auxiliar na adaptação de mecânicas de alguns sistemas para outros. Ou seja, não será uma adaptação da animação Como treinar seu Dragão, da produtora Dreamworks, pra algum sistema de RPG. Na verdade, é um trocadilho com adaptações (treino) em sistemas tradicionais (dragões, em homenagem ao D&D – Dungeons & Dragons – o mais tradicional dos sistemas de RPG).

Raças Sobrenaturais para D&D 5.0

Olá,

Feliz Ano Novo, meus caros 2d8 leitores! Como foram de reveillon? E como o ano novo se iniciou com vocês? Aqui no site do Mundos Colidem tivemos mudanças! Uma nova coluna surgiu, a Mecanismo Obscuro, sob a regência do fantástico Gabriel Lopes, que trará postagens tratando de RPGs indies, storygames e tudo que ele achar que está na penumbra de jogos de interpretação de papéis. E com esta mudança, o dia da coluna Lugar Nenhum passa a ser oficialmente na terça, acabando (supostamente) com aquela novela que vocês acompanharam ao longo do semestre passado. 😀 Mas não, este ano eu não estou mais organizado, o que isso quer dizer é que estou escrevendo esta postagem em plena madrugada da Terça. Mas vamos ao que interessa.

Damphirs para D&D 5.0

Olá,

Já tem rolado um boato de que o sertão vira mar quando eu conseguir postar novamente na segunda… E desta vez o atraso foi homérico, visto que só agora na terça pela manhã eu consegui sentar pra escrever este material – torcendo pra que esteja pronto pelo menos pra estar já no site na primeira parte da tarde. Ainda assim, aguardarei mais uma postagem pra ver se mudo de vez a data pra terça ou mantenho na segunda, conforme anunciado no capítulo anterior do Lugar Nenhum. E vamos em frente que atrás vem gente! /o/