Entre Escrita, World RPG Fest e Garotas Mágicas

Olá,

Escrever é um exercício que exige prática. Sim, há a necessidade de saber colocar de forma clara as ideias amorfas que estão no pensamento, afinal a escrita é um ato de comunicação – mesmo que seja de você para com você mesmo – mas ela exige prática, hábito. É preciso estar habituado a sentar de frente pra tela do computador ou pra uma folha de papel e não se perder no vazio que ela apresenta. É preciso estar habituado a utilizar aquele vazio pra moldar em palavras as ideias que flutuam em sua mente. Obviamente há técnicas que auxiliam a escrever, como uma grande quantidade de leitura, saber a que público está se dirigindo, o domínio ortográfico do idioma, etc., mas se você não tiver o hábito, a prática, tais técnicas se perdem. É por isso que pra quem não vive da escrita, quem não paga as contas com o dinheiro que recebe por escrever, quem escreve de forma amadora ou por hobby, a prática, o hábito da escrita vem do prazer, do gosto por ela.

E, às vezes, eu esqueço disso. E por esquecer, acabo soterrado por questões e elementos que não têm importância por eu escrever por hobby, resultando até em sintomas similares ao de bloqueio do escritor. Pra minha sorte, sou abençoado com pessoas em minha vida que aqui e ali, mesmo sem saber que o fazem, me desenterram dessas coisas e eu acabo relembrando que escrevo porque gosto, não porque preciso fazer pra ganhar dinheiro pra conseguir pagar as contas do mês. E o agradecimento desta vez vai pra Nina Bichara, eterna colega do Toca do Hutt, que atualmente escreve pro Garotas Geeks e você pode encontrá-la em alguns streams de RPG, além de colaborando na Dragão Brasil e atuando como editora da Aster (que já iniciou seu mais recente financiamento coletivo, do Sombras Urbanas, que você pode encontrar aqui). Obrigado, Nina! E #FicaNina!

Lá e De Volta Outra Vez – Montanhas para D&D 5.0

Olá,

Saudações, 2d8 leitores! A série “Lá e De Volta Outra Vez” vem apresentando regras, informações e mecânicas para o pilar de exploração da quinta edição do D&D: No primeiro capítulo da série, o “Viagens para D&D 5” (que você pode ler clicando aqui), foram apresentadas mecânicas para jogos que possuam maior foco em viagem, como papéis de viagens para os personagens, testes e consequências, dificuldades de terrenos e climas; No segundo capítulo da série, o “Desertos para D&D 5” (que você pode ler clicando aqui), houve um aprofundamento sobre o Deserto, viagens realizadas através de um, testes necessários para sobrevivência, bem como os perigos e ameaças desse tipo de terreno. No terceiro capítulo da série, o “Florestas para D&D 5” (que você pode ler clicando aqui), com detalhes sobre as Florestas e as Selvas, os testes necessários para sobrevivência e viagens nelas, e, por fim, os perigos e ameaças desse tipo de terreno. Neste quarto capítulo falaremos das Montanhas.

Capítulos da série “Lá e De Volta Outra Vez”: Viagens, Desertos, Florestas, Montanhas, Cavernas.

Lá e De Volta Outra Vez – Florestas e Selvas para D&D 5.0

Olá,

 

Saudações, 2d8 leitores! Nos capítulos anteriores do Lugar Nenhum foram apresentadas regras, informações e mecânicas para um maior aprofundamento do pilar de exploração da quinta edição do D&D através da série “Lá e De Volta Outra Vez”: No primeiro capítulo da série, o Viagens para D&D 5, foram apresentadas mecânicas para jogos que possuam maior foco em viagem, como papéis de viagens para os personagens, testes e consequências, dificuldades de terrenos e climas; No segundo capítulo da série, o Desertos para D&D 5, houve um aprofundamento sobre o Deserto, viagens realizadas através de um, testes necessários para sobrevivência, bem como os perigos e ameaças desse tipo de terreno. Neste terceiro capítulo falaremos das Florestas, com um trecho especial voltado para as Selvas.

Capítulos da série “Lá e De Volta Outra Vez”: Viagens, Desertos, Florestas, Montanhas, Cavernas.

Lá e De Volta Outra Vez – Desertos para D&D 5.0

Olá,

 

Saudações, 2d8 leitores! No capítulo anterior, “Lá e De Volta Outra Vez – Viagens para D&D 5.0”, eu apresentei mecânicas para jogos que possuam um foco maior em viagens: papéis de viagens para os personagens; testes a serem realizados durante a viagem e consequências de sucessos e falhas; classes de dificuldade variando de acordo com o clima e o tipo de terreno. Entretanto, existem alguns tipos de terrenos com elementos que podem ser melhores explorados nos jogos, não sendo somente uma Classe de Dificuldade a ser superada em testes. A série “Lá e De Volta Outra Vez” vai ter continuidade apresentando alguns desses tipos de terrenos, sendo o primeiro escolhido o Deserto.

Capítulos da série “Lá e De Volta Outra Vez”: Viagens, Desertos, Florestas, Montanhas, Cavernas.

Lá e De Volta Outra Vez – Viagens para D&D 5.0

Olá,

Saudações, 2d8 leitores! Na Introdução do Livro do Jogador da 5ª edição do D&D há um trecho falando sobre os três principais pilares de aventuras do D&D: Combate, Exploração e Interação. Sobre o pilar da Exploração, no PHB, tanto do Basic quanto do D&D (O link pra baixar o Basic gratuitamente encontra-se aqui), encontramos o seguinte trecho:

Exploração inclui os movimentos dos aventureiros pelo mundo, como suas interações com objetos e situações que pedem sua atenção. A exploração é um momento de troca entre os jogadores, você diz o que quer que seu personagem faça e o Mestre diz o que acontece como resultado daquela ação. Em uma visão mais ampla, isso pode envolver os personagens gastando um dia na travessia de morro acidentado ou uma hora ao atravessar o subterrâneo de uma caverna. Em outra ótica, pode significar um personagem puxando uma alavanca em uma masmorra para ver o que acontece”.

(D&D Basic, tradução feita pela Rede RPG na comunidade do D&D Next no Facebook)

Capítulos da série “Lá e De Volta Outra Vez”: Viagens, Desertos, Florestas, Montanhas, Cavernas.

A Campanha de Ravenloft

Olá,

 

O pessoal que me conhece, ou pelo menos acompanha as postagens do Lugar Nenhum há tempo suficiente, sabe do meu amor pelo cenário de Ravenloft (do qual falei um pouco aqui, no Guiamaniose de Cenários da TSR e da WotC). Ravenloft sempre me cativou por, em meio a tantos cenários de ação e aventura de D&D, evocar o tom de horror e a temática gótica em sua ambientação e aventuras. Posteriormente, esse estilo seria chamado de Dark Fantasy e se tornaria proeminente em outras mídias, como The Witcher, Dragon Age, Goblin Slayer e Berserker. E, apesar de haver combates e certamente algumas mortes sangrentas, o foco em Ravenloft sempre foi maior no horror, na sutileza mental, na reflexão do elemento humano, de suas ações e das consequências para ele e para o mundo. Porém, apesar de fascinante, o estilo de jogo evocado por Ravenloft nunca foi de fácil condução. É preciso um pouco de conhecimento sobre o gênero de horror e a temática gótica, principalmente os clássicos utilizados como inspiração para a criação do cenário, além, claro, da habilidade de narrativa para que o jogo tenha um tom próximo ao esperado de uma história gótica. Procurando orientar aos jogadores e mestres que queriam se aventurar nas sombrias terras das brumas, no livro de Ravenloft para D&D 3ª edição publicada pela Sword & Sorcery, uma filial de jogos fantasy da White Wolf, foram dedicadas algumas páginas abordando o assunto. E é justamente este trecho do livro, que ainda pode ser encontrado em sebos, que eu trago para vocês neste capítulo do Lugar Nenhum.

Raças de Mass Effect para Dungeons and Dragons 5ed

Olá galera, DnD 5ed em alta no Pontos de Ignição venho hoje até vocês apresentar as algumas raças de Mass Effect para vocês: Asari, Batarian, Drell, Krogan, Quarians, Salarians, Turians e Volus. As raças aqui são minhas impressões sobre elas baseadas em gameplays dos jogos da franquia e na wikia, aqui adaptadas de forma (habilidades e poderes de raça) que possam ser jogadas em mesas medievais.

Raças de Dragonlance para D&D 5ª Edição

Olá galera, mudando um pouco de sistemas, vou apresentar a adaptação de algumas raças do cenário de Dragonlance (que amo muito dentre os outros existentes e deixei guardado há muito tempo na gaveta) para o sistema Dungeons and Dragons 5ed — sei que existem diversas adaptações por ai, muitas delas estão em inglês, então aqui estará minha visão sobre elas e não a oficial traduzida, entendido isso então vamos a elas que serão: os Irda, os Gully, os meio-anões(esse aqui é um bônus porque não existem no mundo de Krynn), Thanoi e os Ursoi. Antes de começarmos e é novo nos cenários cenários de D&D, você pode iniciar sua leitura no Guiamaniose.

Como Treinar seu Sistema III – Objetivos

Olá,

Salve, Salve, 2d8 leitores! Peço perdão pelo atraso da postagem, é que ontem eu estava completamente destruído quando cheguei da viagem que fiz pra Sampa no final de semana. Por mais que eu tivesse uma idéia do que fazer, o desgaste não me permitiu mais do que tentar recuperar o sono perdido. No último capítulo, tivemos uma adaptação de Mouse Guard para D&D 5.0, realizando minha participação na formação sentai com a adaptação de Hélio pra Crônicas RPG e do Tio Lipe para Savage Worlds – e, dizem as lendas, a adaptação pra FAE que Joka trará na sua coluna. Neste capítulo retomarei a série “Como Treinar Seu Dragão Seu Sistema”, que tem como objetivo auxiliar na adaptação de regras, mecânicas e conceitos de um sistema para o outro.

Mouse Guard para D&D 5.0

Olá,

Saudações, 2d8 leitores! Não sei se vocês observaram, mas a Estação das Brumas é a coluna que alterna comigo nas terças – ela é postada na semana yang e a minha é postada na semana yin. E assim como a minha coluna, o foco da Estação das Brumas é mais voltado para adaptações de materiais. Nas últimas postagens, o cenário de Mouse Guard foi adaptado para Crônicas RPG: A parte 1 abordou o cenário e as regras para personagens (clica aqui pra conferir); A parte 2 abordou os lugares e perigos do mundo dos pequeninos (clica aqui pra conferir); E, por fim, a parte 3 abordou um pouco da história, lendas e bestiário dos territórios protegidos pela Guarda (clica aqui pra conferir). Pra quem não conhece, Mouse Guard teve um dos seus arcos traduzido e publicado aqui no Brasil pela editora Devir com o título de “Pequenos Guardiões” – pode ainda ser encontrada à venda na internet, basta caprichar no Google-Fu e na garimpagem em site de vendas de usados.