Minhas impressões com o Demon Lord

Olá pessoas!
Aqui é o Tio Lipe e bem-vindos novamente ao Santuário do Mestre. Eu sei, eu sei, faz mais de quinze dias que não posto e as coisas meio que andam acumuladas aqui. De fato, meu ritmo de postagem está quase mensal, mas é por uma boa causa. Estou gastando muito do meu tempo organizando meus sistemas (sim, no plural) e tentando testá-los sempre que possível, principalmente durante os Encontros do Mundos Colidem que organizamos todo domingo aqui na cidade (além de jogar outras coisas).

Mas chega de papo e vamos à postagem de hoje. Para quem não se lembra (ou não viu), em julho deste ano eu fiz uma resenha sobre o Shadow of the Demon Lord. Hoje, com o livro em mãos e após ter jogado e narrado algumas sessões, posso expressar minha opinião preliminar sobre o jogo, além de falar um pouco do seu financiamento e do livro em si.

Um Grito na Noite – Aventura de Persona 4 para Cortex Plus

Olá,

No dia 15 de outubro de 2017 ocorreu o evento Anima Con aqui na cidade de Natal/RN, um evento para fãs de animes e mangás, com espaço também para outras áreas afins, como o k-pop, card game, jogos eletrônicos, boardgame e RPG. Nós, do Mundos Colidem, fomos chamados para auxiliar na organização da parte de RPG, em parceria com a Ludobox que estava organizando a parte de boardgames. Por ser um evento de anime, foi decidido que todas as aventuras-prontas mestradas no evento seriam na ambientação de algum anime, escolhendo-se sistemas adequados para um jogo naquele cenário. Assim, levamos seis mesas: Blame!, mestrado por Lima no sistema do Savage Worlds; Boku no Hero, mestrado por Robson no sistema Icons; Naruto, mestrado por Tio Lipe no sistema do 3D&T Alpha; One Piece, mestrado por Joka no sistema do Open Legends; Fullmetal Alchemist, mestrado por Necrolas no sistema do Savage Worlds; e Persona 4, mestrado por mim, Leish, no sistema do Cortex Plus. Ainda na linha da postagem anterior, eu trago no capítulo de hoje, uma análise sobre o sistema Cortex Plus que tenho utilizado em meus jogos shounen, a aventura-pronta e as fichas de personagens que foram utilizadas.

Poderes para Savage Worlds

Olá, Galerinha!

Esses dias, como sempre, foram bem corridos, com muito material pendente, com leitura atrasada, com ideias abstratas e com uma miríade constante que forma uma torrente de ideias que ainda estão ganhando sentido.

A Estação das Brumas é uma coluna que está sempre em movimento. Uma estação pode ter diversos significados, desde o sentido retirado da obra que deu nome a esse espaço, como o nome do lugar que vamos quando queremos partir para um novo destino, físico ou abstrato.

Pugmire e minhas primeiras impressões

Olá pessoas!
Aqui é o Tio Lipe e bem-vindos novamente ao Santuário do Mestre. Em minha última postagem, eu falei um pouco sobre o processo para a criação de um sistema, focando nas inspirações que geralmente temos quando pretendemos criar um. Hoje, contudo, farei uma nova resenha, mas especificamente de um jogo com uma premissa interessante e um sistema bem conhecido pela maioria dos RPGistas. Estou falando do Pugmire, que tive a oportunidade de testar domingo passado no Encontros Mundos Colidem de RPG, evento que realizamos aqui em Natal toda semana.

Chronicles of Darkness Day – As Crônicas da Eichen High School

Olá,

Sábado, 28 de outubro de 2017, ocorrerá o Chronicles of Darkness Day, um evento organizado pelo site Cronistas das Trevas BR em parceria com vários grupos em diversas cidades do país. A proposta é de que no último sábado de outubro ocorram diversas mesas de RPG com as linhas do Chronicles of Darkness (o que anteriormente era chamado de “Novo Mundo das Trevas” antes da compra da White Wolf pela Paradox). Ou seja, em diversas cidades do Brasil, estarão ocorrendo mesas de jogos como “Vampiro: O Réquiem”, “Lobisomem: Os Destituídos”, “Changeling: Os Perdidos”, “Mago: O Despertar” e outros jogos da linha do Chronicles of Darkness, seja primeira ou segunda edição. As cidades inscritas para participação no evento são: Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Campina Grande (PB), Colatina (ES), Curitiba (PR), Embu-Guaçú (SP), Fortaleza (CE), Macapá (AP), Maricá (RJ), Manaus (AM), Natal (RN), Piracicaba (SP), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), São José (SC), São Paulo (SP), Serra (ES), Serrinha (BA), Teixeira de Freitas (BA). Aqui, em Natal, a parceria é realizada, desde a primeira edição, conosco do Mundos Colidem. O Chronicles of Darkness Day (ou CofD) será realizado no Complexo Geek a partir das 14h e temos três mesas cadastradas: uma em lobisomem, mestrada por Joka, outra em mago, mestrada por Joris, e outra para mortais, mestrada por mim, Leishmaniose. Ao longo da semana estaremos fazendo divulgação das mesas na fanpage do Mundos Colidem. Vocês podem conferir o evento aqui, a página dos Cronistas das Trevas BR com mais informações sobre o evento aqui e a fanpage do Mundos Colidem aqui.

Hora da Aventura RPG – Grupo No Fucking Way

Olá, Galerinha!

Os dias foram meio corridos aqui pelas terras do cuscuz com ovo e pão com mortadela, mas não podemos deixa de pegar nosso trem. Não dá pra parar! Esta semana vamos dar sequência a nossas viagens e desta vez vamos voltar à terra de Ooo para falar de um novo grupo de heróis. Então um abraço a todos e vamos que vamos!

Sobre esta publicação

Após a nossa resenha sobre a Hora da Aventura RPG e com a chegada desse material finalmente às mãos dos leitores, eu vejo a galerinha querendo arrancar os cabelos da cabeça em um êxtase delirante. Então, acho que podemos começar a nos animar para produzir coisas bacanas pra ele. E, claro, não poderia deixar de falar, galera, que o livro ficou “BA BA DO”. A retropunk botou pra quebrar! Ficou tão bom quanto sua versão gringa. O papel de ótima qualidade, além de manter o mesmo tamanho do original. Deixo meus parabéns pelo trabalho dessa galera que vem inovando no mercado rpgístico.

Para nosso encontro de hoje gostaria de apresentar um grupo de heróis totalmente inusitados os “No Fucking Way”.

Analisando a criação de sistemas

Olá pessoas!
Bem-vindos a mais uma postagem do Santuário do Mestre. Para quem não lembra (ou não viu), há duas semanas eu falei sobre o Gaia RPG, o sistema que estou desenvolvendo para fantasias medievais e que pretendo que seja gratuito, aberto e acessível. Na postagem, eu comentei que o jogo ainda precisa da realização de alguns testes fechados para que possa ser distribuído, e justamente no dia 01 de outubro tivemos o nosso segundo playtest na primeira edição do novo evento aqui do site, o Encontros Mundos Colidem de RPG (ou apenas EMC). Não entrarei em detalhes, uma vez que este é um assunto para outra postagem, mas o resultado foi muito positivo e alguns ajustes já foram feitos e outros estão sendo analisados. Contudo, eu abri a postagem de hoje falando sobre isto pois o assunto que abordarei trata-se justamente do processo para a criação de sistemas.

Entre Escrita, World RPG Fest e Garotas Mágicas

Olá,

Escrever é um exercício que exige prática. Sim, há a necessidade de saber colocar de forma clara as ideias amorfas que estão no pensamento, afinal a escrita é um ato de comunicação – mesmo que seja de você para com você mesmo – mas ela exige prática, hábito. É preciso estar habituado a sentar de frente pra tela do computador ou pra uma folha de papel e não se perder no vazio que ela apresenta. É preciso estar habituado a utilizar aquele vazio pra moldar em palavras as ideias que flutuam em sua mente. Obviamente há técnicas que auxiliam a escrever, como uma grande quantidade de leitura, saber a que público está se dirigindo, o domínio ortográfico do idioma, etc., mas se você não tiver o hábito, a prática, tais técnicas se perdem. É por isso que pra quem não vive da escrita, quem não paga as contas com o dinheiro que recebe por escrever, quem escreve de forma amadora ou por hobby, a prática, o hábito da escrita vem do prazer, do gosto por ela.

E, às vezes, eu esqueço disso. E por esquecer, acabo soterrado por questões e elementos que não têm importância por eu escrever por hobby, resultando até em sintomas similares ao de bloqueio do escritor. Pra minha sorte, sou abençoado com pessoas em minha vida que aqui e ali, mesmo sem saber que o fazem, me desenterram dessas coisas e eu acabo relembrando que escrevo porque gosto, não porque preciso fazer pra ganhar dinheiro pra conseguir pagar as contas do mês. E o agradecimento desta vez vai pra Nina Bichara, eterna colega do Toca do Hutt, que atualmente escreve pro Garotas Geeks e você pode encontrá-la em alguns streams de RPG, além de colaborando na Dragão Brasil e atuando como editora da Aster (que já iniciou seu mais recente financiamento coletivo, do Sombras Urbanas, que você pode encontrar aqui). Obrigado, Nina! E #FicaNina!

Como apresentar “sistemas pesados” a jogadores iniciantes

Saudações, aventureiros.

Após uma semana de quinze dias, retorno ao Enclave do Arquimago, e no artigo de hoje vou falar um pouco sobre como tenho apresentado sistemas considerados pesados à jogadores iniciantes, dentro do projeto Mundos de Dados e Papel, que coordeno na Instituição de ensino que leciono.

Sistema Gaia RPG

Olá pessoas!
Bem-vindos a mais uma postagem do Santuário do Mestre. Estavam com saudades? Quem vem acompanhando as minhas postagens sabe que no mês passado eu conclui uma adaptação do anime e mangá Naruto para Savage Worlds, que foi dividida em sete partes (veja a sua introdução na Parte 01 e demais partes nos links da própria postagem). Após esta trabalheira toda, e devido as atribuições da vida, acabei precisando de algumas semanas de folga (agradeço aos meus 2d6 leitores pela paciência). Neste meio tempo, algumas das previsões que fiz infelizmente acabaram não se cumprindo, atrasando parte do meu cronograma de postagens (como a chegada de alguns livros que financiei e os quais quero muito resenhar aqui). Entretanto, durante a minha folga, eu trabalhei na produção de um material em especial. Estou falando do meu novo sistema, o Gaia RPG, sobre o qual falarei hoje.