Não se desespere: faça um mapa

No artigo anterior falei sobre como criar aventuras com pouco trabalho… do mestre e neste artigo vou falar sobre como um simples mapa rendeu uma grande aventura.

Criando aventuras com pouco trabalho… do mestre

Acredito que fiquei um pouco preguiçoso quando o quesito é preparar aventuras de RPG, mas isso não me incomoda nem um pouco e nem me priva da diversão de uma boa aventura, onde quem faz boa parte do trabalho são os jogadores – um trabalho normalmente coroado com grandes interações.

NAS MINHAS EXPERIÊNCIAS (vou deixar isso bem enfatizado), também tenho notado que ao deixar os jogadores participarem da criação da aventura e de seus elementos, o nível de engajamento deles é maior durante as sessões, pois eles deixam de ser agentes passivos da construção do enredo inicial, para agentes ativos. Eles passam a jogar o que desejam, no máximo, com algumas modificações.

Precisamos dar o exemplo

Nos últimos dias iniciei o meu caminho de volta às comunidades de RPG e tenho observado algumas postagens interessantes, algumas com temas recorrentes, como casos de sexismo e misoginia.

Uma das postagens era uma chamada para o artigo Correndo como lobas, do blog Matilha da Garoa, que fala sobre o preconceito que as mulheres sofrem nas mesas de jogos.

Não falar sobre o problema é ignorá-lo e falar sobre, não tem nada a ver com o politicamente correto, faz parte do contrato social, que fazendo coro com a autora do artigo já mencionado, precisa sim ser discutido.

Ehdrigohr – The Roleplaying Game

Nos últimos dias estive refletindo sobre propostas diferenciadas de RPG e depois que assisti Pantera Negra, a ideia ficou ainda mais viva em minha mente, daí me lembrei de um sistema/cenário muito interessante.

Zweihänder: Sombrio e Perigoso

Depois de escrever sobre sistemas pesados (leia aqui), passei um tempo fora do ar, até que comecei a leitura de um verdadeiro gigante, o enciclopédico Zweihänder: Grim and Perilous RPG.

Como apresentar “sistemas pesados” a jogadores iniciantes

Saudações, aventureiros.

Após uma semana de quinze dias, retorno ao Enclave do Arquimago, e no artigo de hoje vou falar um pouco sobre como tenho apresentado sistemas considerados pesados à jogadores iniciantes, dentro do projeto Mundos de Dados e Papel, que coordeno na Instituição de ensino que leciono.

As ferramentas que me auxiliam na condução de campanhas de RPG

Saudações, aventureiros.

No artigo de hoje do Enclave do Arquimago, vou falar um pouco sobre como faço o planejamento de minhas sessões, incluindo as ferramentas que utilizo, portanto, teremos um artigo mais voltado para mestres iniciantes.

Esteja Preparado: Magos Iniciantes

Saudações, aventureiros.

Após narrar uma aventura old school nas férias, me deparei com uma situação que, pela primeira vez jogando esses sistemas, me fez questionar se os magos são realmente inúteis nos primeiros níveis ou se os jogadores apenas não se preparam para as primeiras aventuras de forma adequada.

Este é o tema da matéria do Enclave do Arquimago desta semana.

Especialista, Assassino ou Ladrão?

Saudações, aventureiros.

Hoje vou falar brevemente – não tenho o talento para produzir compêndios com os demais colunistas do MC – sobre o Especialista, uma das quatro classes do Lamentations of the Flame Princess (LotFP) e normalmente chamamos de ladino.

A questão, é que essa classe consegue ser muito mais do que um simples ladino.

Oficina de Narração em Macapá/AP

Saudações, amigos.

Recentemente fui convidado à ministrar uma Oficina de Narração aqui em Macapá/AP. O convite partiu do Daniel Coimbra, um dos sócios da Magic Mountain Geek Store, loja especializada em coisas geeks aqui na cidade.

Nos próximos parágrafos vou falar um pouco mais sobre o que rolou nessa oficina e quais as minhas impressões.