Basic Roleplaying Game (BRP)

No artigo de hoje vou falar um pouco sobre o Basic Roleplaying (BRP), um sistemas de regras criado em 1978 para RuneQuest. O sistema desenvolvido apresentava regras mais fáceis e intuitivas do que de outros RPGs que existiam na época, especialmente o D&D.

No Brasil, o sistema ficou conhecido pela ambientação de horror Call of Cthulhu, cuja sexta edição foi traduzida pela equipe da Terra Incógnita em 2014. O Sistema Daemon, do RPG Trevas (1997), utiliza um sistema de resolução muito parecida com o BRP, o que me faz acreditar que o autor tenha sido fortemente influenciado pelo BRP quando escreveu o seu sistema.

Neste primeiro artigo vou falar sobre um pouco do histórico do BRP, para em seguida falar sobre alguns títulos mais próximos de D&D, assim como alguns elementos que podem ser utilizados em D&D facilmente.

Stormtalons: Palavras da Libertação

O ano de 2016, com seus altos e baixos, trouxe algumas boas novidades para o mercado editorial e um deles, ouso afirmar, foi a divulgação da publicação, em português, dos livros produzidos pela The Ed Greenwood Group. Até o momento, dois livros da TEGG foram lançado no Brasil, o Hellmaw (cuja resenha pode ser lida aqui) e o Palavras da Libertação, apresentando-nos a segunda ambientação, a fantasia épica Stormtalons.

Hellmaw: seu mundo está perdido

Destranquem os portões e sintam a fúria desmedida de Araunt
– Arthrimmon, A Voz de Araunt
Os Contos

Hellmaw é uma série lançada pela The Ed Greenwood Group (TEGG), que graças ao braço brasileiro do grupo, deverá ser integralmente traduzido para o nosso bom português.

No primeiro e único volume da série já traduzido, Hellmaw: seu mundo está perdido, os leitores são apresentados aos Araurra, ou daemons, também conhecidos como demônios, naturais de Araunt, ou inferno.

The Witcher RPG

Saudações, aventureiros.

É impossível não se encantar pelo maravilhoso mundo de The Witcher, seja através dos livros, dos jogos ou do seriado – certo, é possível não se encantar com o seriado.

Uma pesquisa na internet revela uma interessante iniciativa de adaptação do cenário para D&D 5E, mas já existe um projeto oficial em andamento e as expectativas são as melhores.

Ervas para a herbalista

Os jogos eletrônicos podem nos inspirar. Alguns títulos nos inspiram muito e nenhum outro título tem me inspirado mais do que The Witcher 3: Wild Hunt e suas expansões Stone Heart e Blood and Wine.

Baseado nesta inspiração, no artigo de hoje vou apresentar uma ideia para aventura tirada diretamente de uma missão do Blood and Wine para D&D 5E.

Aproveitem.


O básico sobre maldições

Saudações, aventureiros.

Inspirado pelo jogo The Witcher 3: Wild Hunt, hoje vou trazer à pauta um elemento muito interessante das histórias de fantasia e que poderiam ganhar ainda mais espaço nas mesas RPG: as maldições.

Neste artigo apresento as mais relevantes referências sobre maldições contidas nos três livros básicos da quinta edição de D&D e apresento os três principais tipos de maldições, de acordo com o Cenário de Campanha de Ravenloft.

Pontos de Magia

Alguns cenários de campanha já exploraram formas alternativas de conjurar magia, como na caixa Netheril: Empire of Magic, que utiliza a variante pontos de magia. Embora ligeiramente diferente, a quinta edição também apresenta esta opção e é sobre este sistema que vamos falar no artigo de hoje.

O Enclave do Arquimago

Saudações, nobres aventureiros e vis malfeitores.

Sejam bem-vindos ao Enclave do Arquimago, as ruínas de uma cidade flutuante caída em algum ponto da selva amazônica, que encerra um número incontável de tomosmágicos e mundanos – e portaisnem todos confiáveis – que levam a qualquer parte do multiverso.