Um monstro, uma campanha

Para o artigo desta semana, havia pensado em fazer uma conversão do personagem Adão, Senhor Sombrio de Ravenloft para a quinta edição, mas percebi que não valeria o esforço, pois o que eu faria não seria uma conversão, mas um ou dois ajustes.

Pensei então em falar sobre “o sistema não importa”, mas aí percebi que isso só levaria a discussões desnecessárias e então me lembrei de um artigo que escrevi um tempo atrás e que repostei no Diário de Campanha sobre os Valpurgeist, criaturas típicas de Ravenloft e que me inspirou para este artigo.

Armas de família para D&D 5E

“A espada já estava na família há décadas. Alguns diziam que era feita de metal estelar e que tinha poderes mágicos, tendo salvado a vida de todos aqueles que as empunharam muitas vezes. A verdade é que nenhum deles estava vivo para confirmar as histórias e nenhum deles morrera de velhice.”

O equipamento que um personagem de primeiro nível possui, pode ser comprado, herdado, roubado, etc. Quando herdado, este equipamento pode trazer uma longa história e uma oportunidade única de incorporar elementos à narrativa – especialmente as armas.

Aventuras baseadas nos personagens

Durante vinte anos mantive o hábito de reunir-me com os amigos uma vez por semana, para desenvolver narrativas fantásticas, na forma de sessões de RPG.

Posso afirmar, sem sombra de dúvida, que estes momentos foram extremamente significativos e que todos aprenderam muito salvando reinos, planetas e até mesmo o universo. Fizemos a história de muitos personagens, mas em todos estes anos, nunca criei um único personagem, cujos desejos direcionaram as tramas com as quais nos envolvíamos.

Nunca jogamos uma aventura ou campanha baseada em nossos personagens.

Ferimentos em D&D

Saudações, aventureiros.

O Dungeon Master Guide apresenta, dentre as várias regras opcionais, uma que me chama bastante atenção, a de ferimentos persistentes e é sobre ela que eu gostaria de falar um pouco neste artigo.

Abordagens alternativas para as tendências

Saudações, aventureiros.

No texto de hoje vamos abordar algumas alternativas para as tendências de D&D 5E baseadas em dois RPGs que, embora não possuam versões em português, conseguem inspirar e contribuir para trazer elementos facilmente adaptáveis.

Ladinos & Adagas

Saudações, aventureiros.

Sou um garimpeiro de informações que me permitam mestrar e jogar melhor. Os romances, sejam eles diretamente ligados a cenários de RPG ou não, estão sempre cheios de cenas maravilhosas que algumas vezes tentamos emular em nossas mesas e uma delas, são as cenas velozes e furiosas de combates com adagas.

Neste artigo, mais voltado para o público iniciante, vou apresentar algumas escolhas que eu faria para ter um ladino, em Dungeons & Dragons 5E, focado no combate com adagas. Também apresento um levantamento estatístico sobre os danos causados com ataques normais, com ataque furtivo e acertos críticos para personagens de primeiro e quinto nível.

Tipos de aventuras

Saudações, aventureiros.

No último artigo do Enclave do Arquimago, falei sobre como tenho tentado evitar frustrações em minhas sessões deixando bem claro que tipo de aventuras vamos jogar, se abertas e fechadas. Neste artigo, vou detalhar um pouco mais sobre esses dois tipos de aventuras e como elas impactaram diretamente na minha forma de narrar e nas expectativas dos grupos com os quais eu já joguei.

Evite frustrações: tipos de aventuras

Saudações, aventureiros.

Recorrentemente leio na internet relatos de como alguns mestres e jogadores se frustram quando jogam determinados tipos de aventuras, sendo que os mestres costumam ficar frustrados, principalmente, quando os jogadores não seguem o que ele havia planejado para uma aventura, destruindo o potencial de uma campanha ou deixando todo o seu material preparado inutilizado, apenas porque não entraram em uma taverna.

Quer saber como eu deixei de me frustrar, sem ter que parar de jogar? Continue lendo.

O Sistema Importa

Saudações.

Recentemente fui citado em uma postagem no Facebook® em uma postagem que falava sobre a famigerada “regra de ouro“. A citação, feita pelo Marcelo Telles da Rede RPG, me lembrou dos tempos áureos do ForjaRPG, que escrevi durante um bom tempo com o grande Pedro Leone, e que na época focava muito em teoria do RPG e D&D 4E.

Como a chamada foi provocativa (no bom sentido), resolvi reviver alguns desses artigos que marcaram época e que podem trazer à luz boas discussões e ajudar a entender uma série de conceitos que podem não ser importantes para aqueles jogadores que não são game designers e nem pretendem ser, mas que podem ajudar bastante no entendimento da criação de novos sistemas, de aventuras, contribuindo, quem sabe, para trazer jogadores novatos para a área de desenvolvimento de jogos.

Sessão UM

A Sessão ZERO é onde definimos o estilo de jogo que o grupo quer jogar, as regras que vamos seguir (o contrato social), expomos nossas expectativas em relação à história a ser contada e criamos os personagens.

A Sessão UM precisa ser, de certa forma, mágica. Sendo ela o primeiro contato real com o jogo, ela precisa chegar ao fim tendo despertado nos jogadores a vontade de voltar a jogar, de desenvolver a história e seus personagens.

E como é possível criar essa mágica para a primeira sessão? Vou compartilhar logo abaixo algumas técnicas que venho utilizando e que tem gerados bons frutos.