Naruto para D&D 5E – O Mundo de Naruto

Olá,

 

Saudações, 2d8 leitores! Eu sou o Leishmaniose e no capítulo do Lugar Nenhum desta semana, em uma parceria com a Santuário do Mestre, adaptarei o cenário de Naruto para a 5E, a engine do D&D 5ª edição.

Não se desespere: faça um mapa

No artigo anterior falei sobre como criar aventuras com pouco trabalho… do mestre e neste artigo vou falar sobre como um simples mapa rendeu uma grande aventura.

Naruto 3D&T Alpha Revisado: Parte I – Personagens

Olá pessoas!
Aqui é o Tio Lipe e sejam muito bem-vindos à primeira postagem do ano do Santuário do Mestre! Para quem não se lembra (ou não viu), minha última postagem do ano passado foi uma aventura pronta e quatro fichas de personagens para se jogar Naruto usando o 3D&T Alpha. Além disso, deixei um link nela para que baixassem uma adaptação que fiz do cenário para o sistema (confiram no meu blog pessoal, o Papo de RPGista), sendo um PDF com quase 100 páginas e que ficou amplamente conhecido nestes quase 10 anos de publicação, tendo alcançado mais de 5.000 downloads. E é justamente sobre esta adaptação que falarei hoje.

Tocados pelo Terror para Fate e Acelerado

Olá caros leitores, aqui é o Joka da Espaço Mítico e esta semana eu trago para vocês uma adaptação do cenário Tocados pelo Terror para Fate e Fate Acelerado.

Fullmetal Alchemist para Savage Worlds Parte II

Olá je suis Necrolas do Pontos de Ignição e trago a vocês hoje um material de suporte para jogadores e narradores que desejem enveredar no mundo de Fullmetal Alchemist. Com uma surpresinha no final pra galera que curte FATE.

Lugar Nenhum para D&D 5E – Academia Arcana Breasail

Olá,

 

Saudações, 2d8 leitores! Eu sou o Leishmaniose e no capítulo do Lugar Nenhum desta semana descreverei a Academia Arcana Breasail, a escola de magia do cenário Lugar Nenhum para 5E, a engine do D&D 5ª edição.

Regras rápidas para Espada & Feitiçaria

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

 

Nos últimos anos, a minha vivência com o RPG tomou caminhos bem diferentes dos que o garoto de 13 anos que jogou AD&D em meados de 1995 escolheu, especialmente quando comecei a usar o RPG como ferramenta pedagógica nas minhas aulas. Alguns anos de luta e experiência com o RPG na educação foram relatados no artigo É possível usar o RPG em Sala de Aula? Nesse meio tempo, junto com meus companheiros do Mundos Colidem, durante as nossas conversas online sobre game design, cenários e algumas coisitas mais eu me atrevi a enveredar na produção de jogos, tentando brincar com a arte do design de jogos.

Criando aventuras com pouco trabalho… do mestre

Acredito que fiquei um pouco preguiçoso quando o quesito é preparar aventuras de RPG, mas isso não me incomoda nem um pouco e nem me priva da diversão de uma boa aventura, onde quem faz boa parte do trabalho são os jogadores – um trabalho normalmente coroado com grandes interações.

NAS MINHAS EXPERIÊNCIAS (vou deixar isso bem enfatizado), também tenho notado que ao deixar os jogadores participarem da criação da aventura e de seus elementos, o nível de engajamento deles é maior durante as sessões, pois eles deixam de ser agentes passivos da construção do enredo inicial, para agentes ativos. Eles passam a jogar o que desejam, no máximo, com algumas modificações.