Viajar é Preciso: Regras de Jornadas para Medievo

Olá, pessoal!

Após um pequeno hiato, volto a publicar no Nomos, ainda tentando reorganizar o caos metafisico que se encontra no meu Amenti, devido às atividades da vida adulta. Mas ao rabiscar essas palavras, percebo que a quest que me impediu de publicar nas últimas semanas ainda não foi vencida e espero que em nosso próximo encontro possamos cantar e beber a vitória do dever cumprido.

E nesse retorno venho com novidades sobre o Medievo que gostaria de compartilhar com os poucos e fiéis leitores desse espaço.

Resenha de Guardians Chronicles Season 1 (boardgame)

E aí, tudo bem, galera? Hoje, mudando um pouco de ares, vamos falar hoje de um boardgame (jogo de tabuleiro), o Guardians Chronicles, que foi financiado no Kickstarter (versão melhorada do Catarse e Kickante nos USA) pela empresa Iello e pode ser jogado de 2 a 5 pessoas (uma delas assumindo o papel do vilão do jogo) com idade mínima de 14 e seu tempo de jogo em média é de 90 minutos. Embora na França e Inglaterra tenha uma versão um pouco diferente da franquia e que tem previsão de saída em Junho de 2017, segundo o site do Kickstarter se quiser dar uma olhada aqui está o site.

Bom, vamos à resenha.

Folclore brasileiro e Cthulhu: Nova Amsterdã 1646

O nosso país, por possuir uma imensidão praticamente continental e uma variedade de povos, acaba por ter uma riqueza surpreendente em seu folclore e regionalismos. Em conjunto com meu amigo Raphael Lima, da coluna Nomos aqui do Mundos Colidem, elaboramos a seguinte proposta: Como os Mythos de Cthulhu afetariam nossa história e folclore se tivessem existido aqui?

Guilda de ladrões

Elas estão um pouco sumidas das edições mais recentes de Dungeons & Dragons, mas já desempenharam um papel importante em edições anteriores.

As referências às Guildas de Ladrões são encontradas esparsamente no Player’s Handbook e algumas poucas referências no Dungeon Masters Guide da 5ª edição, mas definitivamente, quase nada é dito sobre elas.

No artigo de hoje vamos falar um pouco sobre as guildas de ladrões e como elas se encaixam em um cenário medieval.

Naruto para Savage Worlds: Parte IV – Ninjutsus Elementais

Olá pessoas!
Hoje darei continuidade à minha adaptação de Naruto para Savage Worlds. Antes de entrarmos no assunto, porém, vamos relembrar o que já foi postado. Na primeira parte, eu apresentei a ambientação de Naruto e suas regras gerais, bem como a criação das personagens. Já na segunda parte, eu expliquei os Jutsus, listando as Técnicas de Chakra, Taijutsus e Genjutsus. Por fim, na terceira parte, eu introduzi os Ninjutsus e listei os Básicos e Gerais. Hoje, conforme prometido, trarei os Ninjutsus Elementais e suas particularidades.

Veja também: Parte IParte IIParte IIIParte V, Parte VI.

Lá e De Volta Outra Vez – Viagens para D&D 5.0

Olá,

Saudações, 2d8 leitores! Na Introdução do Livro do Jogador da 5ª edição do D&D há um trecho falando sobre os três principais pilares de aventuras do D&D: Combate, Exploração e Interação. Sobre o pilar da Exploração, no PHB, tanto do Basic quanto do D&D (O link pra baixar o Basic gratuitamente encontra-se aqui), encontramos o seguinte trecho:

Exploração inclui os movimentos dos aventureiros pelo mundo, como suas interações com objetos e situações que pedem sua atenção. A exploração é um momento de troca entre os jogadores, você diz o que quer que seu personagem faça e o Mestre diz o que acontece como resultado daquela ação. Em uma visão mais ampla, isso pode envolver os personagens gastando um dia na travessia de morro acidentado ou uma hora ao atravessar o subterrâneo de uma caverna. Em outra ótica, pode significar um personagem puxando uma alavanca em uma masmorra para ver o que acontece”.

(D&D Basic, tradução feita pela Rede RPG na comunidade do D&D Next no Facebook)

Capítulos da série “Lá e De Volta Outra Vez”: Viagens, Desertos, Florestas, Montanhas, Cavernas.

Resenha do Terra Devastada e Selvagem

Olá galera, recebi o remanescente do Financiamento Coletivo do Terra Devastada semana passada e trago hoje a vocês uma resenha sobre o livro Terra Devastada e Selvagem escrito por Fernando del Angeles baseado no livro de John Bogéa e pode ser adquirido na loja da Retropunk Editora. E também já vou dar uma criatura nova pra vocês no final do post. Bom vamos ao que interessa né.

Open Legend: RPG de licença aberta

Caros leitores, sejam bem vindos ao Espaço Mítico desta semana, desta vez trago a vocês uma resenha de um jogo de RPG em desenvolvimento lá fora que chamou bastante a minha atenção por uma série de características que o tornam único — a começar pela equipe de desenvolvimento de um cenário compatível que inclui Mathew Mercer, conhecido por ser dublador de diversos jogos e animações bem como narrador e youtuber do canal Critical Role; o lendário Ed Greenwood, que para resumir muito bem seu currículo, é o criador de Forgotten Realms (Reinos Esquecidos). O sistema é chamado de Open Legend RPG (que eu irei chamar aqui de OL), um sistema de fantasia épica genérica criado por Brian Feister e o Ish Stabosz.

Um monstro, uma campanha

Para o artigo desta semana, havia pensado em fazer uma conversão do personagem Adão, Senhor Sombrio de Ravenloft para a quinta edição, mas percebi que não valeria o esforço, pois o que eu faria não seria uma conversão, mas um ou dois ajustes.

Pensei então em falar sobre “o sistema não importa”, mas aí percebi que isso só levaria a discussões desnecessárias e então me lembrei de um artigo que escrevi um tempo atrás e que repostei no Diário de Campanha sobre os Valpurgeist, criaturas típicas de Ravenloft e que me inspirou para este artigo.

Naruto para Savage Worlds: Parte III – Ninjutsus

Olá, pessoas!
Bem-vindos a mais uma postagem do Santuário do Mestre, onde daremos continuidade à adaptação de Naruto para Savage Worlds. Antes de começarmos, porém, vamos relembrar um pouco o que já abordamos nesta adaptação. Na primeira parte, eu apresentei um resumo da ambientação e quais regras usar para uma campanha de Naruto, bem como os critérios a serem adotados para criar uma personagem no cenário, listando Perícias, Complicações e Vantagens que devem ser usadas e vetadas. Já na segunda parte, apresentei os primeiros Jutsus que as personagens podem adquirir, listando Técnicas de Chakra (técnicas especiais que não se encaixam nos três tipos de Jutsus e que não precisam de teste para serem usadas, apenas o gasto de Chakra), Taijutsus (técnicas marciais que complementam as Vantagens de Combate da personagem e permitem a criação de combos físicos; usam Agilidade), e Genjutsus (técnicas que visam a manipulação da mente de seus alvos na forma de ilusões, afetando seus sentidos e emoções; usam Astúcia). Caso não tenham notado, eu fiz uma atualização na última postagem, por isso confiram lá, certo? E hoje apresentarei os Ninjutsus de forma geral.

Veja também: Parte IParte IIParte IV, Parte V, Parte VI.