Guilda de ladrões

Elas estão um pouco sumidas das edições mais recentes de Dungeons & Dragons, mas já desempenharam um papel importante em edições anteriores.

As referências às Guildas de Ladrões são encontradas esparsamente no Player’s Handbook e algumas poucas referências no Dungeon Masters Guide da 5ª edição, mas definitivamente, quase nada é dito sobre elas.

No artigo de hoje vamos falar um pouco sobre as guildas de ladrões e como elas se encaixam em um cenário medieval.

Naruto para Savage Worlds: Parte IV – Ninjutsus Elementais

Olá pessoas!
Hoje darei continuidade à minha adaptação de Naruto para Savage Worlds. Antes de entrarmos no assunto, porém, vamos relembrar o que já foi postado. Na primeira parte, eu apresentei a ambientação de Naruto e suas regras gerais, bem como a criação das personagens. Já na segunda parte, eu expliquei os Jutsus, listando as Técnicas de Chakra, Taijutsus e Genjutsus. Por fim, na terceira parte, eu introduzi os Ninjutsus e listei os Básicos e Gerais. Hoje, conforme prometido, trarei os Ninjutsus Elementais e suas particularidades.

Lá e De Volta Outra Vez – Viagens para D&D 5.0

Olá,

Saudações, 2d8 leitores! Já na Introdução do Livro do Jogador da 5ª edição do D&D, há um trecho falando sobre os três principais pilares de aventuras do D&D: Combate, Exploração e Interação. Sobre o pilar da Exploração, no PHB, tanto do Basic quanto do D&D (O link pra baixar o Basic gratuitamente encontra-se aqui), encontramos o seguinte trecho:

Exploração inclui os movimentos dos aventureiros pelo mundo, como suas interações com objetos e situações que pedem sua atenção. A exploração é um momento de troca entre os jogadores, você diz o que quer que seu personagem faça e o Mestre diz o que acontece como resultado daquela ação. Em uma visão mais ampla, isso pode envolver os personagens gastando um dia na travessia de morro acidentado ou uma hora ao atravessar o subterrâneo de uma caverna. Em outra ótica, pode significar um personagem puxando uma alavanca em uma masmorra para ver o que acontece”.

(D&D Basic, tradução feita pela Rede RPG na comunidade do D&D Next no Facebook)

 

Resenha do Terra Devastada e Selvagem

Olá galera, recebi o remanescente do Financiamento Coletivo do Terra Devastada semana passada e trago hoje a vocês uma resenha sobre o livro Terra Devastada e Selvagem escrito por Fernando del Angeles baseado no livro de John Bogéa e pode ser adquirido na loja da Retropunk Editora. E também já vou dar uma criatura nova pra vocês no final do post. Bom vamos ao que interessa né.

Open Legend: RPG de licença aberta

Caros leitores, sejam bem vindos ao Espaço Mítico desta semana, desta vez trago a vocês uma resenha de um jogo de RPG em desenvolvimento lá fora que chamou bastante a minha atenção por uma série de características que o tornam único — a começar pela equipe de desenvolvimento de um cenário compatível que inclui Mathew Mercer, conhecido por ser dublador de diversos jogos e animações bem como narrador e youtuber do canal Critical Role; o lendário Ed Greenwood, que para resumir muito bem seu currículo, é o criador de Forgotten Realms (Reinos Esquecidos). O sistema é chamado de Open Legend RPG (que eu irei chamar aqui de OL), um sistema de fantasia épica genérica criado por Brian Feister e o Ish Stabosz.

Um monstro, uma campanha

Para o artigo desta semana, havia pensado em fazer uma conversão do personagem Adão, Senhor Sombrio de Ravenloft para a quinta edição, mas percebi que não valeria o esforço, pois o que eu faria não seria uma conversão, mas um ou dois ajustes.

Pensei então em falar sobre “o sistema não importa”, mas aí percebi que isso só levaria a discussões desnecessárias e então me lembrei de um artigo que escrevi um tempo atrás e que repostei no Diário de Campanha sobre os Valpurgeist, criaturas típicas de Ravenloft e que me inspirou para este artigo.

Naruto para Savage Worlds: Parte III – Ninjutsus

Olá, pessoas!
Bem-vindos a mais uma postagem do Santuário do Mestre, onde daremos continuidade à adaptação de Naruto para Savage Worlds. Antes de começarmos, porém, vamos relembrar um pouco o que já abordamos nesta adaptação. Na primeira parte, eu apresentei um resumo da ambientação e quais regras usar para uma campanha de Naruto, bem como os critérios a serem adotados para criar uma personagem no cenário, listando Perícias, Complicações e Vantagens que devem ser usadas e vetadas. Já na segunda parte, apresentei os primeiros Jutsus que as personagens podem adquirir, listando Técnicas de Chakra (técnicas especiais que não se encaixam nos três tipos de Jutsus e que não precisam de teste para serem usadas, apenas o gasto de Chakra), Taijutsus (técnicas marciais que complementam as Vantagens de Combate da personagem e permitem a criação de combos físicos; usam Agilidade), e Genjutsus (técnicas que visam a manipulação da mente de seus alvos na forma de ilusões, afetando seus sentidos e emoções; usam Astúcia). Caso não tenham notado, eu fiz uma atualização na última postagem, por isso confiram lá, certo? E hoje apresentarei os Ninjutsus de forma geral.

A Campanha de Ravenloft

Olá,

 

O pessoal que me conhece, ou pelo menos acompanha as postagens do Lugar Nenhum há tempo suficiente, sabe do meu amor pelo cenário de Ravenloft (do qual falei um pouco aqui, no Guiamaniose de Cenários da TSR e da WotC). Ravenloft sempre me cativou por, em meio a tantos cenários de ação e aventura de D&D, evocar o tom de horror e a temática gótica em sua ambientação e aventuras. Posteriormente, esse estilo seria chamado de Dark Fantasy e se tornaria proeminente em outras mídias, como The Witcher, Dragon Age, Goblin Slayer e Berserker. E, apesar de haver combates e certamente algumas mortes sangrentas, o foco em Ravenloft sempre foi maior no horror, na sutileza mental, na reflexão do elemento humano, de suas ações e das consequências para ele e para o mundo. Porém, apesar de fascinante, o estilo de jogo evocado por Ravenloft nunca foi de fácil condução. É preciso um pouco de conhecimento sobre o gênero de horror e a temática gótica, principalmente os clássicos utilizados como inspiração para a criação do cenário, além, claro, da habilidade de narrativa para que o jogo tenha um tom próximo ao esperado de uma história gótica. Procurando orientar aos jogadores e mestres que queriam se aventurar nas sombrias terras das brumas, no livro de Ravenloft para D&D 3ª edição publicada pela Sword & Sorcery, uma filial de jogos fantasy da White Wolf, foram dedicadas algumas páginas abordando o assunto. E é justamente este trecho do livro, que ainda pode ser encontrado em sebos, que eu trago para vocês neste capítulo do Lugar Nenhum.

Raças de Mass Effect para Dungeons and Dragons 5ed

Olá galera, DnD 5ed em alta no Pontos de Ignição venho hoje até vocês apresentar as algumas raças de Mass Effect para vocês: Asari, Batarian, Drell, Krogan, Quarians, Salarians, Turians e Volus. As raças aqui são minhas impressões sobre elas baseadas em gameplays dos jogos da franquia e na wikia, aqui adaptadas de forma (habilidades e poderes de raça) que possam ser jogadas em mesas medievais.