Guardiões da galáxia para FAE – Os Vilões!

E como prometido, aqui estão as fichas do principais oponentes dos Guardiões — exatamente como vistos no filme.

Jogando Ryuutama

Olá pessoas!
Semanas atrás postei aqui uma resenha falando sobre um dos meus RPGs favoritos dos últimos tempos: o Ryuutama. Nela eu apresentei o jogo e resumi suas principais e diferentes mecânicas. Caso você não tenha a lido ou não se lembre do que falei, sugiro parar a leitura aqui e ler a postagem anterior a fim de se inteirar sobre o assunto. Pois bem, eu então consegui convencer meu grupo a jogar uma campanha usando o Ryuutama (com ajuda dos amigos Joka e Leish, também colaboradores do Mundos Colidem), e é o que viemos fazendo nas últimas semanas. Hoje o que vos trago é uma análise das minhas primeiras impressões do sistema, a construção da minha campanha e como as suas mecânicas únicas vêm se comportando em mesa.

Como Treinar seu Sistema III – Objetivos

Olá,

Salve, Salve, 2d8 leitores! Peço perdão pelo atraso da postagem, é que ontem eu estava completamente destruído quando cheguei da viagem que fiz pra Sampa no final de semana. Por mais que eu tivesse uma idéia do que fazer, o desgaste não me permitiu mais do que tentar recuperar o sono perdido. No último capítulo, tivemos uma adaptação de Mouse Guard para D&D 5.0, realizando minha participação na formação sentai com a adaptação de Hélio pra Crônicas RPG e do Tio Lipe para Savage Worlds – e, dizem as lendas, a adaptação pra FAE que Joka trará na sua coluna. Neste capítulo retomarei a série “Como Treinar Seu Dragão Seu Sistema”, que tem como objetivo auxiliar na adaptação de regras, mecânicas e conceitos de um sistema para o outro.

RPG sem dados – a proposta de Erick Wujcik

Como jogar RPG sem dados? Qual foi o primeiro sistema a utilizar esse recurso de maneira explícita e bem-sucedida? Vamos explorar esse tópico agora, no Mecanismo Obscuro.

Senhor dos Anéis FAE – Artefatos Mágicos e Lendários

Enquanto eles cantavam, o Hobbit sentiu agitar-se dentro de si o amor por coisas belas feitas por mãos, com habilidade e com mágica (…)

— J.R.R. Tolkien, O Hobbit

Olá, Camaradas!

 

Essa semana voltamos a dialogar sobre a adaptação de O Senhor dos Anéis para Fate Acelerado. Você conhece o FATE/FAE? Se não sugiro uma leitura no artigo do Grande Papai Smurf sobre O que é RPG? Postado na Encruzilhada dos Mundos. E se gostar de super-heróis, sugiro dar uma vasculhada na coluna, pois tem muita coisa interessante — principalmente uma adaptação de Guardiões da Galáxia que está uma belezura.

Essa adaptação do SdA para FATE ganhou um novo ânimo nas férias, quando um grande amigo disse “tenho algo que você vai gostar” e me apresentou o videogame Shadow of Mordor, que eu conhecia apenas dos gameplays no Youtube. Foram necessários apenas quinze minutos de jogo para me fazer retornar aos trabalhos da adaptação. E após apresentar em 2016 o Narrando na Terra Média,  Regras de Corrupção e a Mágica Sutil, em 2017 retorno com as Habilidades Raciais, e agora venho fazer apontamentos sobre os Itens Mágicos e Lendários da Terra Média.

Resenha: Inverno Eterno

Bem vindo ao Inverno Eterno, onde a neve e o clima hostil não são para os fracos, um jogo de sobrevivência medieval com toques tecnológicos sutis, descrito pelos autores como “um cenário não pós-apocalíptico”, ele está como uma das metas a ser batidas no financiamento do Weird Wars 2 pelo Catarse.

Pegue suas vestimentas de frio e nos acompanhe nessa jornada pelo mundo de Ehlerrac.

Resenha – Medievo: aventuras na baixa idade média

Depois de um hiato de 15 dias bastante atribulado, a Espaço Mítico retorna esta semana trazendo para vocês a resenha de uma das pratas da casa, o Medievo. Criado por Raphael Lima, que também escreve na coluna Nomos do Mundos Colidem, este jogo autoral é fruto de várias reflexões sobre o nosso querido hobby como ferramenta educativa nas aulas de Ensino Religioso e História por meio de um projeto de iniciação ao RPG nas escolas em que trabalha. Assim, o principal objetivo do Medievo é tornar-se um sistema que possa ser utilizado futuramente em temas como Egito Antigo, Reinos Africanos e história local.

Final Fantasy para Savage Worlds

Olá Galerinha!

Desta vez a nossa viagem não nos leva apenas a um mundo, mas sim a um universo de idéias. Quando criança, começando a conhecer os fantásticos jogos eletrônicos, me deparei com um titulo que até hoje considero um dos melhores — Final Fantasy. Durante muitos anos segui jogando a franquia e quando comecei no nosso delicioso hobby, que envolve papel e dados, tentei adaptá-lo para os sistemas que tinha em mãos à época, mas por diversos motivos, nunca dava certo. Agora, com a quantidade de sistemas que temos em nosso mercado, dos mais simples aos mais robustos, resolvi tentar mais uma vez.

Vamos lá!

Tipos de aventuras

Saudações, aventureiros.

No último artigo do Enclave do Arquimago, falei sobre como tenho tentado evitar frustrações em minhas sessões deixando bem claro que tipo de aventuras vamos jogar, se abertas e fechadas. Neste artigo, vou detalhar um pouco mais sobre esses dois tipos de aventuras e como elas impactaram diretamente na minha forma de narrar e nas expectativas dos grupos com os quais eu já joguei.

Guardiões da Galáxia para Fate Acelerado

Curiosamente, um dos supergrupos mais divertidos da franquia cinematográfica recente da Marvel — e estou falando dos Guardiões da Galáxia — começou de uma forma bem diferente da que conhecemos pelo filme e desenho animado. Vamos conhecer neste artigo um pouco de sua história e, de quebra, as fichas da mais recente formação da equipe.